sábado, 24 de novembro de 2012



Consistorio_1O Vaticano divulgou o esquema de celebração do Consistório para a criação de seis cardeais neste sábado, 24 de novembro. Este é o quinto Consistório no Pontificado de Bento XVI. O rito de entrega do barrete e do anel vai ocorrer na Basílica de São Pedro, a partir das 11h (pelo horário de Roma), segundo divulgou o Departamento das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice.

Os novos cardeais são o patriarca libanês Béchara Boutros Raï, de 72 anos; o estadunidense Dom James Michael Harvey, de 63 anos, até agora Prefeito da Casa Pontifícia; Dom John Olorunfemi Onaiyekan, de 68 anos, Arcebispo de Abuja (Nigéria); Dom Rubén Salazar Gómez, com 70 anos, Arcebispo de Bogotá (Colômbia); Dom Luis Antonio Tagle, de 55 anos, Arcebispo de Manila (Filipinas); e o Arcebispo indiano Dom Baselios Cleemis Thottunkal, de 53 anos, que se vai tornar o mais jovem membro do colégio cardinalício.

Após a proclamação das leituras e da alocução, Bento XVI vai ler a fórmula de criação e proclamará solenemente os nomes dos seis cardeais, para os unir com “um vínculo mais estreito à Sé de Pedro”. Depois terá lugar a profissão de fé e o juramento dos novos cardeais, de fidelidade e obediência ao Papa e seus sucessores, “agora e para sempre”. Cada um ajoelha-se, para receber o barrete cardinalício, que Bento XVI impõe “como sinal da dignidade do cardinalato”, significando que todos devem estar prontos a comportar-se “com fortaleza, até à efusão do sangue".

O Papa oferece ainda um anel aos novos cardeais para que se “reforce o amor pela Igreja”, seguindo-se a atribuição a cada cardeal uma igreja de Roma (título ou diaconia) – que simboliza a “participação na solicitude pastoral do Papa” na cidade -, bem como a entrega da bula de criação cardinalícia, momento selado por um abraço de paz. Ainda no sábado, ocorrerão as visitas de cortesia aos novos cardeais, no Vaticano.

No domingo, solenidade litúrgica de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, o Papa vai presidir à missa com os novos cardeais, a partir das 09h30, na Basílica de São Pedro, no horário de Roma.
ORDENAÇÃO PRESBITERAL EM IMPERATRIZ

Na madrugada desta última quinta-feira (dia 22/11), Pe. Ivanildo Oliveira - reitor do Seminário Bom Pastor, acompanhado de três seminaristas (Laersio Machado - 4º ano de Teologia; Jafélix de Souza - 3º de Filosofia e Moisés Bispo - 3º ano de Filosofia) seguiram viagem para a cidade de Imperatriz, onde participarão da Ordenação Presbiteral dos três diáconos: Francildo Guimarães, Francisco Nilson e Paulo Olímpio que acontecerá na Catedral Diocesana de N. Sra. de Fátima.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

SECRETÁRIO DA CNBB COMENTA PEDIDO DE RETIRADA DA FRASE "DEUS SEJA LOUVADO" DAS CÉDULAS DO REAL

dom_leonardo_steinerokA expressão “Deus seja louvado” pode ser retirada das cédulas da moeda brasileira. Isto é o que pede uma ação da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), em São Paulo. O principal argumento utilizado é o de que o Brasil é um país laico e, portanto, não deve estar vinculado a qualquer manifestação religiosa. Os comentários do secretário foram feitos ao Jornal Folha de São Paulo.
De acordo com a assessoria de comunicação da PRDC, no ano passado, houve uma representação questionando a permanência da frase nas cédulas de reais. Durante a fase de inquérito, a Casa da Moeda informou que cabe privativamente ao Banco Central (Bacen) “não apenas a emissão propriamente dita, como também a definição das características técnicas e artísticas” das cédulas. Já o Bacen afirmou que o fundamento legal para a existência da expressão “Deus seja louvado” nas cédulas é o preâmbulo da Constituição, que afirma que ela foi promulgada “sob a proteção de Deus”.
“Deveríamos nos preocupar com coisas muito mais essenciais. Muitas pessoas dar-se-ão conta da frase somente depois desta ação. Não é novidade esse tipo de ação! A frase, agora, recordará a presença de Deus na vida do povo brasileiro”, afirma o secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner.
A ação também pede que seja concedido à União o prazo de 120 dias para que as cédulas comecem a ser impressas sem a frase, sob pena de multa diária de R$ 1,00 caso a União não cumpra a decisão de retirar a expressão religiosa das cédulas. A multa teria caráter simbólico.
O pedido da PDCR ainda alega que a expressão “constrange a liberdade de religião de todos os cidadãos que não cultuam Deus, como os ateus e os que professam a religião budista, muçulmana, hindu e as diversas religiões de origem africana”.
Para dom Leonardo, a expressão “não constrange, mas pode incomodar aos que afirmam não crer”. “As pessoas que vivem a sua fé, em suas diversas expressões, certamente não se sentem constrangidas, pois vivem da grandeza da transcendência. É que fé não é em primeiro lugar culto a um deus, mas relação. Se a frase lembra uma relação, poderia lembrar que o próprio dinheiro deve estar a serviço das pessoas, especialmente dos pobres, na partilha e na solidariedade. Se assim for, Deus seja louvado!”, afirma o bispo.

Fonte: site CNBB

padre_darci_nicioli PAPA NOMEIA BISPO AUXILIAR DE APARECIDA


A Nunciatura Apostólica informa que o Santo Padre, o papa Bento XVI, atendendo ao pedido do arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno, em contar com um bispo auxiliar, nomeou o atual reitor do Santuário Nacional de Aparecida, padre Darci José Nicioli, bispo auxiliar de Aparecida.
Monsenhor Darci Nicioli é natural de Jacutinga (MG). Fez Teologia no Instituto Teológico São Paulo (SP) e mestrado em Teologia, no Pontifício Ateneo Santo Anselmo, em Roma. Tem ainda, licenciatura em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (SP).
O novo bispo auxiliar de Aparecida já desempenhou as funções de reitor do Instituto Filosófico Redentorista; professor de Teologia no Instituto Teológico São Paulo e na Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Foi ainda superior da Comunidade Religiosa de Campinas; Superior da Casa Geral dos Missionários Redentoristas, em Roma; Superior e Reitor do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (2009-2013) e vigário provincial da Província Redentorista de São Paulo (2010-2014), entre outros.
Mensagem do arcebispo de Aparecida
Atendendo ao nosso pedido, para satisfazer melhor as necessidades pastorais da Arquidiocese, o Santo Padre Bento XVI concedeu-nos, benignamente, um bispo auxiliar na pessoa do Revmo. padre Darci José Nicioli, CSsR, atual Reitor do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.
Como colaborador do bispo diocesano, o bispo auxiliar exerce o múnus episcopal como serviço a toda a diocese. É um irmão que colabora e caminha lado a lado com o bispo diocesano na missão de pastor, de servidor, a exemplo de Jesus, o Bom Pastor, que veio para servir e não para ser servido.
São mãos que se unem para a promoção do bem do Povo de Deus e da Igreja de Cristo. O bispo auxiliar é chamado a participar da solicitude do bispo diocesano e a desempenhar seu múnus em harmonia com ele em trabalho e espírito. Ele presta um serviço à Igreja presente no território da diocese, ao colocar-se ao lado do bispo diocesano, e ao trabalhar com ele em unidade, respeito e total comunhão. Cabe a ele exercer seu episcopado abraçando com amor e dedicação a caminhada e a vida da Igreja local. Como todo ofício e múnus exercido na Igreja de Cristo, o bispo auxiliar como sucessor dos Apóstolos, participa da missão salvífica confiada à Igreja pelo próprio Salvador.
Agradecemos, de coração, ao Sumo Pontífice pela acolhida ao nosso pedido. Ao padre Darci José Nicioli, que já exerceu a função de ecônomo do Santuário Nacional e hoje é seu Reitor, nossos cumprimentos pela sua disponibilidade a serviço do Reino e as nossas mais fraternas boas-vindas ao colégio episcopal, à CNBB, e à arquidiocese de Aparecida, como bispo auxiliar. O Espírito Santo o ilumine e o fortaleça no seu ministério episcopal e a Virgem da Conceição Aparecida, sob cujo manto inicia sua nova missão, o proteja sempre.
Aparecida, 14 de novembro de 2012.
Dom Raymundo Cardeal Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida, SP
Presidente da CNBB

Fonte: site CNBB

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

anodafe_2013 
 CNBB APRESENTA VERSÃO OFICIAL DA TRADUÇÃO DO HINO DO ANO DA FÉ
 
 
Após um cuidadoso trabalho de tradução e revisão, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulga a versão oficial do Hino da Fé para o Brasil. Trata-se de uma iniciativa das Comissões Episcopais Pastorais para a Liturgia e para a Doutrina da Fé, para que a canção seja usada pela Igreja no Brasil durante este Ano da Fé.

A seguir, reproduzimos o texto enviado pelas comissões, com um breve comentário sobre a canção.
CREIO, Ó SENHOR!
Breve comentário ao hino do Ano da Fé

Conhecemos bem o quanto a música e o canto são importantes para a compreensão e o aprofundamento das ideias, e o quanto são úteis para a divulgação de campanhas e de projetos. Seguindo o convite do Santo Padre, “queremos celebrar este Ano de forma digna e fecunda” (PF, 8). Por isso, o Ano da Fé não poderia ficar sem seu hino. Dele esperamos que ajude a marcar este “tempo de particular reflexão e redescoberta da fé” (PF, 4).

Divulgado pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, o hino circulou rapidamente pela internet, inclusive em uma versão portuguesa. Os assessores das Comissões Episcopais Pastorais para a Liturgia e para a Doutrina da Fé prepararam esta versão brasileira. Depois de avaliada pelos presidentes dessas Comissões e pelo Secretário Geral da CNBB, tornamos pública, para que seja usada pela Igreja no Brasil durante este Ano da Fé.

A súplica do pai que apresentou seu filho para ser curado por Jesus – “Eu creio, mas aumentai a minha fé” (Mc 9,24) – é assumida por todos nós. Desse modo, o hino é um grande pedido pela renovação e pelo crescimento da fé. Há uma particularidade a ser notada: a primeira parte da súplica está no singular: “creio, ó Senhor”.  E a segunda parte está no plural: “aumenta nossa fé”. Assim se destacam os vários aspectos da fé, que são aprofundados pelo Papa no número 10 da Porta Fidei: ao mesmo tempo ela é pessoal e eclesial, é um ato pessoal e tem conteúdo “objetivo”.

Outro elemento que se destaca pela repetição é a expressão “caminhamos”, que ocorre no início de cada estrofe. Na mesma Porta Fidei, Bento XVI nos recorda que, uma vez atravessado o limiar da porta, por meio do batismo, abre-se diante de nós um caminho que dura a vida toda e que se conclui com a passagem para a vida eterna (PF, 1). O povo brasileiro se identifica muito com as romarias, peregrinações, procissões e caminhadas. Elas são um símbolo da peregrinação espiritual que toda a nossa existência cristã: “não temos aqui cidade permanente, mas andamos à procura da que está para vir” (Hb 13,14). O modo como caminhamos é destacado de modo diferente a cada nova estrofe: cheios de esperança, frágeis e perdidos, cansados e sofridos, sob o peso da cruz, atentos ao chamado, com os irmãos e as irmãs. É um caminho feito em companhia, desafiador, é certo, mas dirigido pelas marcas dos passos de Nosso Senhor, como bem recorda a estrofe 4.

O caminhar da Igreja é marcado, portanto, pelos mistérios da vida de Cristo, reflexos do grande Mistério Pascal. Na sequência, nos são recordados: o Advento, o Natal, a Quaresma, a Páscoa, Pentecostes e o Reino definitivo. Do mistério do Filho de Deus feito homem é que a Igreja vive permanentemente. É a comunhão com Ele que orienta e anima toda a caminhada eclesial ao longo da história e, na grande comunhão dos santos, é também o que anima cada um dos fieis, pessoalmente.

Alguns títulos de Cristo são evocados, junto com os mistérios. Filho do Altíssimo, estrela da manhã, mão que cuida e que cura, o Vivente que não morre, Palavra, esperança da chegada. Desse modo o Mistério do Filho de Deus feito nosso irmão impregna toda a existência dos cristãos, na Igreja. Assim ele nos anima no caminho e nos conduz para a meta.

Esse caminhar é feito em companhia. Como companheiros são recordados, na sequência das estrofes: os Santos que “caminham entre nós”, Maria, “a primeira dos que creem”, os pobres que “esperam à porta”, os humildes que “querem renascer”, a Igreja que “anuncia o Evangelho”, o mundo, no qual se encontram sinais do Reino que “está entre nós”. Esta grande companhia de fé nos permite muitas e profundas reflexões: a comunhão dos santos, o significado da presença da Mãe de Jesus na vida da Igreja, os pobres, nos quais podemos servir ao próprio Cristo e pagar-lhe amor com amor, o espírito das bem-aventuranças expresso nos “humildes”. Como resume a última estrofe, trata-se da companhia de fé, de esperança e de amor que é a Igreja.

A consciência de que o hino expressa a súplica da Igreja que quer ser renovada na fé é expressa nos termos com os quais se conclui cada estrofe: pedimos, oramos, invocamos, suplicamos, rogamos, clamamos. A renovação eclesial e o impulso para a nova evangelização, objetivos principais do Ano da Fé (PF, 7-8), não serão alcançados simplesmente por nosso esforço. São dons da graça divina, que devemos suplicar com humildade e buscar com toda energia.

Valha-nos sempre a proteção da Virgem Maria, bem-aventurada porque acreditou (Lc 1,45).
 
Fonte: site CNBB
SANTARÉM IMPÔS AS MÃOS SOBRE 
DOM GILBERTO
IMPERATRIZ ABRE OS BRAÇOS 
PARA ACOLHÊ-LO


Amanhã 13 de novembro, a Diocese de Imperatriz celebra o 7º ano da acolhida e posse do segundo bispo diocesano Dom Gilberto Pastana de Oliveira. Recordamos centenas de fiéis que saíram de suas casas para irem até o aeroporto de Imperatriz para acolher o pastor que chegava. Em carro aberto do aeroporto até a Praça de Fátima varias pessoas nas ruas com bandeiras festejavam a chegada do novo bispo. A tarde do mesmo dia, a Catedral Diocesana nunca receberá tantos fiéis como neste dia histórico, ficando repletos de pessoas o pátio e a Praça de Fatima. Queremos louvar a Deus nosso Pastor Eterno, pela vida e vocação de Dom Gilberto. E que conceda a graça de um bom repouso ao nosso primeiro bispo Dom Affonso Felippe Gregory. 











PAPA BENTO XVI E SUA MENSAGEM DOMINICAL
 


Bento XVI reafirmou neste domingo, 11, a “unidade inseparável entre fé e caridade, entre o amor de Deus e o amor do próximo”. Em um breve discurso proferido antes da oração do Angelus, o Papa apresentou dois trechos bíblicos (Livro dos Reis e Evangelho de Marcos) que narram episódios com viúvas.

A primeira divide tudo o que possuía - um punho de farinha e uma gota de óleo - com o Profeta Elias.

A segunda foi vista por Jesus no templo de Jerusalém, aonde as pessoas depositavam suas ofertas. Ao vê-la colocar duas moedinhas no cofre, Jesus chamou os discípulos e explicou que o óbolo da viúva era maior do que o dos ricos, porque estes doaram o que lhes era supérfluo, enquanto ela ofereceu tudo o que possuía, tudo o que tinha para viver.

Segundo o Papa, relacionando estes dois episódios bíblicos, temos um precioso ensinamento sobre a fé, vista como comportamento interior de quem baseia sua vida em Deus, em sua Palavra, e confia totalmente Nele.

As Escrituras dizem que “a condição efetiva de necessidade, como a da viúva neste caso, não é suficiente: Deus pede sempre a nossa livre adesão de fé, que se expressa no amor por Ele e pelo próximo. Ninguém é pobre ao ponto de não poder doar algo”.

De fato, as duas viúvas demonstram sua fé realizando, cada uma, um gesto de caridade: uma para com o profeta e a outra dando esmola - o que comprova a unidade inseparável entre fé e caridade, entre o amor de Deus e o amor do próximo.

“Nenhum gesto de bondade perde sentido diante de Deus; não existe misericórdia sem frutos” – recordou ainda Papa Ratzinger, terminando com uma bela citação de São Leão Magno: “A balança da justiça divina não pesa a quantidade dos dons, mas o peso dos corações. A viúva do Evangelho depositou no cofre do templo alguns trocados, mas seu dom foi maior do que o dos ricos”.

Depois desta reflexão, Bento XVI rezou a oração dominical e prosseguiu cumprimentando os fiéis, turistas e peregrinos em várias línguas. Em italiano, saudou a comunidade beneditina recordando a figura de Maria Luisa Prosperi, monja que viveu em meados do século XIX no mosteiro de Trevi, proclamada beata sábado, 10, na Catedral de Spoleto.

Na sequência, dirigiu-se aos agricultores católicos italianos que celebram neste domingo o Dia de Agradecimento, com o tema “Confia no Senhor, faz o bem e habita a Terra”. “Esta ocasião – disse o Pontífice – reforça a necessidade de um estilo de vida enraizado na fé, para reconhecer com alma agradecida a mão criadora e providente de Deus, que alimenta seus filhos”.

Enfim, Bento XVI parabenizou os poloneses pelo Dia da Independência, em que a Polônia recorda a fé de seus pais, a história e a força do Espírito das recentes gerações. “Rezo com vocês e com a Associação Ajuda à Igreja que Sofre pelos cristãos do Egito, por ocasião do Dia de solidariedade com a Igreja perseguida” – concluiu, falando aos peregrinos. 

Fonte: site canção nova

sábado, 10 de novembro de 2012

PAPA BENTO DESTACA IMPORTÂNCIA 
DA MÚSICA SACRA

A Sala Paulo VI ficou lotada na manhã deste sábado, 10, com 6 mil participantes do Encontro promovido pela Associação Italiana Santa Cecília, recebidos pelo Papa Bento XVI.

Neste domingo, 11, o coral fará uma execução na Basílica de São Pedro, na celebração presidida pelo Cardeal-arcipreste Angelo Comastri, oferecendo serviço de louvor com o seu canto.

Falando aos cantores, o Papa ressaltou que a música sacra pode favorecer muito a fé e cooperar com a Nova Evangelização. “A fé nasce sempre da escuta da Palavra de Deus, e não há dúvidas de que a música, e principalmente o canto, pode conferir à recitação dos salmos e cantos bíblicos uma maior força comunicativa”.

Bento XVI citou episódios da vida de Santo Ambrósio e Santo Agostinho, cujas sensibilidades e capacidades musicais serviram à fé e à evangelização. Os testemunhos destes dois santos ajudam a explicar o fato que a Constituição Sacrosanctum Concilium, em linha com a tradição da Igreja, ensina que “o canto sacro, unido às palavras, é parte necessária e integrante da liturgia solene”. O Papa explicou que o canto coopera para nutrir e expressar a fé e, portanto, a glória de Deus e a santificação dos fiéis.

Agradecendo pelo precioso serviço que prestam, Bento XVI completou que a música não é um assessório ou uma “decoração” da liturgia, mas é a própria liturgia.

Outro aspecto proposto foi a relação entre o canto sacro e a Nova Evangelização. Ele tem uma tarefa relevante para favorecer a redescoberta de Deus, uma aproximação à mensagem cristã e aos mistérios da fé. “Quanta gente foi tocada no profundo de suas almas ao ouvir música sacra; e quantos se sentiram novamente atraídos por Deus pela beleza da música litúrgica!. Vocês que têm o dom do canto podem fazer cantar o coração de tanta gente nas celebrações litúrgicas”.

Por fim, o Papa fez votos de que a música litúrgica tenda sempre mais ao alto, para louvar dignamente o Senhor e mostrar que a Igreja é o lugar onde a beleza “é de casa”.

Fonte: site canção nova
SEMINARISTAS PARTICIPAM DE ENCONTRO PROMOVIDO PELA CRB


Hoje, aconteceu o encontro anual dos seminaristas diocesanos com os religiosos e religiosas da CRB. Momento de convivência e animação vocacional. Participaram deste encontro diversas dioceses do Regional da CNBB - NE5, bem como diversas congregações religisosas masculinas e femininas da CRB. 






 

COMEÇA A CONFECÇÃO DAS PEÇAS DO PRESÉPIO DO SEMINÁRIO

Pe. Ivanildo Oliveira, essa semana começou a confecção das peças que farão parte do presépio do Seminário Bom Pastor. A proposta temática é a dualidade da época de Jesus, de um lado a riqueza simbolizada pelo palácio e do outro a pobreza simbolizada pela gruta de Belém. 





quarta-feira, 7 de novembro de 2012

PAPA NOMEIA NOVOS BISPOS PARA O BRASIL


Dom_Jorge_Alves_BezerraA Nunciatura Apostólica no Brasil comunica que o Santo Padre, o papa Bento XVI, fez duas novas nomeações. Na diocese de Paracatu (MG), o Sumo Pontífice aceitou a renúncia de dom Leonardo de Miranda Pereira e nomeou dom Jorge Alves Bezerra, transferindo-o da sede episcopal de Jardim (MS). Para a diocese vacante de Patos (PB), Bento XVI nomeou  o padre Eraldo Bispo da Silva.
Dom Jorge Alves Bezerra nasceu no dia 23 de abril em 1955, em São João do Meriti (RJ). Cursou filosofia na Universidade Estadual do ceará e Teologia no Instituto Teológico São Paulo (ITESP). Em Roma, fez sua especialização em teologia Moral na Academia Alfonianum. Ao ser nomeado, era Mestre dos Noviços para a América Latina dos Sacramentos.
O bispo exerceu diversas atividades antes do episcopado. Entre 1986 e 1996, foi pároco da paróquia “São Benedito”, na Arquidiocese de Fortaleza (CE); foi, também, vigário paroquial da Catedral da “Boa Viagem”, na arquidiocese de Belo Horizonte (MG), entre outras. No campo acadêmico atuou lecionando Teologia Moral no Curso Seminarístico de Teologia. Seu lema é: “Totus dei” (todo de Deus).
padre_eraldo_bispoPadre Eraldo Bispo da Silva nasceu em 13 de agosto de 1966, em Monteiro (PB). Na diocese de Barreiras (BA) exerceu inúmeras atividades. Foi vigário paroquial de Santa Rita de Cássia (BA), em 1993, e administrador paroquial de São Desidério (BA), entre 1994 e 1999. O padre, dentre outras funções, coordenou o Vicariato IV, (entre 1994 e 1996, e entre 2008 e 2009), também foi coordenador diocesano de Pastoral (entre 1997 e 1999, e entre 2003 e 2004).
O padre cursou Filosofia, no Seminário de Santa Cruz de Goiânia (GO); e cursou Teologia no IFITEG de Goiânia. Entre 2001 e 2002, também cursou Metodologia da Formação Presbiteral e Religiosa para Formadores na UCSAL, em Salvador (BA), e, em 2002, foi diplomado em Direito Canônico no ITEPAL, em Bogotá, na Colômbia.
SEMINÁRIO BOM PASTOR RUMO A 2013




Hoje a tarde, com a coordenação do reitor do Seminário Bom Pastor, Pe. Ivanildo Oliveira, deu-se inicio as organizações de equipes e priorato para o ano 2013. Vários assuntos foram abordados nesta reunião semestral. A partir das próximas postagens em nosso blog conheceremos os coordenadores das diversas equipes e o novo prior eleito. Louvado seja Deus nosso Pai pela vida e vocação do nosso reitor Pe. Ivanildo e de cada seminarista do Seminário Bom Pastor, Diocese de Imperatriz e Diocese Carolina.  
REUNIÃO DE SECRETÁRIOS REGIONAIS 
DA CNBB

Dom_Leonardo_Central
Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB, participa na tarde desta quarta-feira, 7 de outubro, com os secretários executivos dos 17 regionais da CNBB, em Brasília.Na pauta do encontro que deve terminar amanhã, quinta-feira, está o aprofundamento sobre a Campanha da Fraternidade do próximo ano que vai tratar da juventude e o contato com todas as assessorias das comissões episcopais de pastoral.
Os secretários dos regionais terão oportunidade, nesta quarta-feira, de ouvir e perguntar os assuntos relacionados à Comissão para a Cultura, Educação, Ensino Religioso e Universidades; o setor de Contabilidade da CNBB; a Comissão Epara os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada; a Comissão para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial; a Comissão para a Juventude; Comissão para a Vida e a Família.
Amanhã, quinta-feira, se apresentarão: a Comissão Episcopal para a Comunicação; a assessoria de imprensa; a Comissão Especial para a Amazônia; a Missão Continental; a Comissão para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz; a Comissão Episcopal para a Liturgia; a Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé ; a Comissão para a Animação Bíblico-Catequética; a Assessoria Política.
No final da reuniâo, os secretários tratarão de assuntos próprios do trabalho que executam nos regionais tais como: Calendário 2013; Encontro de Julho de 2013 (Regional Nordeste 1);  e Avaliação do Encontro.

Fonte: site CNBB

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

MANHÃ DE ESPIRITUALIDADE: 
TEMPO DO ADVENTO








Tempo de expectativa vigilante e alegre

Em toda a liturgia do Advento ressoam as promessas de Deus que foram cumpridas em Jesus Cristo. Porém, no fim dos tempos, irá se realizar em definitivo a história das "promessas de Deus" e aparecerá o objeto de todas essas promessas, isto é, o próprio Deus, visto e contemplado em toda a riqueza da sua graça. É a expectativa gerada no Advento e que nos conduz a um estado de vigilência e de preparação para esse grande momento.
FINADOS_DOM_ORANI DIA DE FINADOS

Neste dia 2 de novembro celebra-se o Dia de Finados, momento de fazer memória aos parentes e amigos já falecidos, em uma manifestação pública de afeto. Para os cristãos, este é também o momento de olhar para o futuro e ter o conforto de saber que o destino está em Deus e que a morte nada mais é do que o nascimento para a vida eterna.

O Salvador ilumina o mistério da dor, quer pessoal, quer social. Cristo ensina a olhar a morte além da angústia e do medo. Ele venceu o lado angustiante da morte, através da sua Ressurreição. E, através da Ressurreição, foi possível abrir a porta da esperança para a eternidade. Cristo transformou a morte, que anteriormente era vista como um túnel escuro e sem saída, em uma passagem luminosa, um caminho para a Páscoa de cada um.

Na Epístola aos Tessalonicenses, São Paulo afirma: “Não queremos, irmãos, que ignoreis coisa alguma a respeito dos mortos, para que não vos entristeçais como os outros homens que não têm esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim precisamos crer também que Deus levará, por Jesus e com Jesus, os que morreram.” “Consolai-vos, portanto, uns aos outros com estas palavras” (cf. I Tessalonicenses, 4,13 a 15 e 18).

Desta forma, é necessário perceber que, em Cristo, a morte pode ser enfrentada e vencida. Segundo o Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro Dom Nelson Francelino, em artigo publicado em ocasião do dia de finados de 2011, apesar de ser uma experiência dolorosa, viver em comunhão com o Senhor permite que a morte final tome um significado novo: “Certamente a morte continua dolorosa, ela nos desrespeita; mas, se no dia a dia aprendermos a viver unidos a Cristo e a vivenciar as pequenas mortes de cada momento em comunhão com Senhor que venceu a morte, a morte final será um ‘adormecer em Cristo’”, afirmou.

Por isso, mais que uma ocasião para lembrar-se dos irmãos falecidos, o dia de Finados é sempre uma oportunidade para alargar o conceito de vida, reforçando a esperança de um dia estar diante do Pai. A Igreja Católica também se faz presente nos cemitérios através de seus presbíteros, diáconos permanentes, agentes da Pastoral das Exéquias e leigos consagrados, celebrando missas, realizando ações pastorais e oferecendo assistência às famílias de pessoas falecidas. Na Arquidiocese do Rio de Janeiro, são mais de mil Ministros da Consolação e Esperança que trabalham nos 19 cemitérios da cidade levando esperança e consolação àqueles que perderam seus entes queridos.

Em seu artigo intitulado “Comunhão dos Santos” – publicado no Portal da Arquidiocese em 2010 –, o Arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, lembrou que no dia de Finados a Igreja quer celebrar a vida.

“Em toda a liturgia do Dia de Finados, a Igreja quer, portanto, celebrar a vida. Lembramos a derrota do último inimigo (1Cor 15, 26). Viveremos no amor incomparável, no amor sem egoísmo, onde acontecerá a verdadeira partilha numa comunidade sem fronteiras e barreiras humanas, que tanto insistimos em levantar nesse nosso mundo. Nossa oração deve ser, sim, de agradecimento pela vida que nossos irmãos e irmãs têm agora em abundância.”
 
Fonte: Site da CNBB
MOMENTOS DIVERSOS DO SIMPÓSIO






SIMPÓSIO SÃO LUÍS 400 ANOS: Filosofia, Cultura e Sociedade


 




Em parceria com a UEMA, o IESMA deu início ontem, 29 de outubro, à sua 24ª Semana Acadêmica com um Simpósio sobre os 400 anos de São Luís, destacando Filosofia, Cultura e Sociedade. Este Simpósio sobre “São Luís 400 anos: Filosofia, Cultura e Sociedade” tem como objetivo abordar temas muito amplos que fazem parte da memória histórica desta capital maranhense.
Memória essa que partindo do século XVII até hoje nos remete a contextos históricos, tais como: a influência de idéias iluministas e positivistas no Maranhão; a presença da maçonaria, da escravidão, de raízes africanas, da missão e do catolicismo no Maranhão, bem como de uma Universidade no coração deste Estado. Ontem, na abertura, o Simpósio foi inaugurado com a conferência da professora Mestra Maria de Lourdes Lauande Lacroix sobre a FUNDAÇÃO DE SÃO LUÍS. Sua exposição foi bem fundamentada e agradável. Bem fundamentada por ter apresentado dados históricos precisos (crônicas, historiografia) e agradável pelas gargalhadas dela e sorrisos da platéia. As conferências estão sendo realizadas às 19h, no auditório de arquitetura e urbanismo da UEMA – Praia Grande; e as oficinas, das 8h às 10h, bem como os mini-cursos, das 14h às 18h, no IESMA, Rua do Rancho, Centro.

Fonte: Site IESMA