quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA BENTO XVI PARA A QUARESMA DE 2012



«Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos
ao amor e às boas obras» (Heb 10, 24)

     Irmãos e irmãs!
     A Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.
     Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da fé» (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre actual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.

 1. «Prestemos atenção»: a responsabilidade pelo irmão.

     O primeiro elemento é o convite a «prestar atenção»: o verbo grego usado é katanoein, que significa observar bem, estar atento, olhar conscienciosamente, dar-se conta de uma realidade. Encontramo-lo no Evangelho, quando Jesus convida os discípulos a «observar» as aves do céu, que não se preocupam com o alimento e todavia são objecto de solícita e cuidadosa Providência divina (cf. Lc 12, 24), e a «dar-se conta» da trave que têm na própria vista antes de reparar no argueiro que está na vista do irmão (cf. Lc 6, 41). Encontramos o referido verbo também noutro trecho da mesma Carta aos Hebreus, quando convida a «considerar Jesus» (3, 1) como o Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa fé. Por conseguinte o verbo, que aparece na abertura da nossa exortação, convida a fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos. Mas, com frequência, prevalece a atitude contrária: a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela «esfera privada». Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos (cf. Gn 4, 9), para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao bem do outro e a todo o seu bem. O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o facto de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro alter ego, infinitamente amado pelo Senhor. Se cultivarmos este olhar de fraternidade, brotarão naturalmente do nosso coração a solidariedade, a justiça, bem como a misericórdia e a compaixão. O Servo de Deus Paulo VI afirmava que o mundo actual sofre sobretudo de falta de fraternidade: «O mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem, dos recursos do universo» (Carta enc. Populorum progressio, 66).
     A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (Sal 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades. A Sagrada Escritura adverte contra o perigo de ter o coração endurecido por uma espécie de «anestesia espiritual», que nos torna cegos aos sofrimentos alheios. O evangelista Lucas narra duas parábolas de Jesus, nas quais são indicados dois exemplos desta situação que se pode criar no coração do homem. Na parábola do bom Samaritano, o sacerdote e o levita, com indiferença, «passam ao largo» do homem assaltado e espancado pelos salteadores (cf. Lc 10, 30-32), e, na do rico avarento, um homem saciado de bens não se dá conta da condição do pobre Lázaro que morre de fome à sua porta (cf. Lc 16, 19). Em ambos os casos, deparamo-nos com o contrário de «prestar atenção», de olhar com amor e compaixão. O que é que impede este olhar feito de humanidade e de carinho pelo irmão? Com frequência, é a riqueza material e a saciedade, mas pode ser também o antepor a tudo os nossos interesses e preocupações próprias. Sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre. Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende» (Prov 29, 7). Deste modo entende-se a bem-aventurança «dos que choram» (Mt 5, 4), isto é, de quantos são capazes de sair de si mesmos porque se comoveram com o sofrimento alheio. O encontro com o outro e a abertura do coração às suas necessidades são ocasião de salvação e de bem-aventurança.
     O facto de «prestar atenção» ao irmão inclui, igualmente, a solicitude pelo seu bem espiritual. E aqui desejo recordar um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: a correcção fraterna, tendo em vista a salvação eterna. De forma geral, hoje é-se muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro. Lemos na Sagrada Escritura: «Repreende o sábio e ele te amará. Dá conselhos ao sábio e ele tornar-se-á ainda mais sábio, ensina o justo e ele aumentará o seu saber» (Prov 9, 8-9). O próprio Cristo manda repreender o irmão que cometeu um pecado (cf. Mt 18, 15). O verbo usado para exprimir a correcção fraterna – elenchein – é o mesmo que indica a missão profética, própria dos cristãos, de denunciar uma geração que se faz condescendente com o mal (cf. Ef 5, 11). A tradição da Igreja enumera entre as obras espirituais de misericórdia a de «corrigir os que erram». É importante recuperar esta dimensão do amor cristão. Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem. Entretanto a advertência cristã nunca há-de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão. Diz o apóstolo Paulo: «Se porventura um homem for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi essa pessoa com espírito de mansidão, e tu olha para ti próprio, não estejas também tu a ser tentado» (Gl 6, 1). Neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correcção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade. É que «sete vezes cai o justo» (Prov 24, 16) – diz a Escritura –, e todos nós somos frágeis e imperfeitos (cf. 1 Jo 1, 8). Por isso, é um grande serviço ajudar, e deixar-se ajudar, a ler com verdade dentro de si mesmo, para melhorar a própria vida e seguir mais rectamente o caminho do Senhor. Há sempre necessidade de um olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa (cf. Lc 22, 61), como fez, e faz, Deus com cada um de nós.

 2. «Uns aos outros»: o dom da reciprocidade.

     O facto de sermos o «guarda» dos outros contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de a considerar na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Uma sociedade como a actual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! O apóstolo Paulo convida a procurar o que «leva à paz e à edificação mútua» (Rm 14, 19), favorecendo o «próximo no bem, em ordem à construção da comunidade» (Rm 15, 2), sem buscar «o próprio interesse, mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos» (1 Cor 10, 33). Esta recíproca correcção e exortação, em espírito de humildade e de amor, deve fazer parte da vida da comunidade cristã.
Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social. Na Igreja, corpo místico de Cristo, verifica-se esta reciprocidade: a comunidade não cessa de fazer penitência e implorar perdão para os pecados dos seus filhos, mas alegra-se contínua e jubilosamente também com os testemunhos de virtude e de amor que nela se manifestam. Que «os membros tenham a mesma solicitude uns para com os outros» (1 Cor 12, 25) – afirma São Paulo –, porque somos um e o mesmo corpo. O amor pelos irmãos, do qual é expressão a esmola – típica prática quaresmal, juntamente com a oração e o jejum – radica-se nesta pertença comum. Também com a preocupação concreta pelos mais pobres, pode cada cristão expressar a sua participação no único corpo que é a Igreja. E é também atenção aos outros na reciprocidade saber reconhecer o bem que o Senhor faz neles e agradecer com eles pelos prodígios da graça que Deus, bom e omnipotente, continua a realizar nos seus filhos. Quando um cristão vislumbra no outro a acção do Espírito Santo, não pode deixar de se alegrar e dar glória ao Pai celeste (cf. Mt 5, 16).

 3. «Para nos estimularmos ao amor e às boas obras»: caminhar juntos na santidade.

     Esta afirmação da Carta aos Hebreus (10, 24) impele-nos a considerar a vocação universal à santidade como o caminho constante na vida espiritual, a aspirar aos carismas mais elevados e a um amor cada vez mais alto e fecundo (cf. 1 Cor 12, 31 – 13, 13). A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efectivo sempre maior, «como a luz da aurora, que cresce até ao romper do dia» (Prov 4, 18), à espera de viver o dia sem ocaso em Deus. O tempo, que nos é concedido na nossa vida, é precioso para descobrir e realizar as boas obras, no amor de Deus. Assim a própria Igreja cresce e se desenvolve para chegar à plena maturidade de Cristo (cf. Ef 4, 13). É nesta perspectiva dinâmica de crescimento que se situa a nossa exortação a estimular-nos reciprocamente para chegar à plenitude do amor e das boas obras.
     Infelizmente, está sempre presente a tentação da tibieza, de sufocar o Espírito, da recusa de «pôr a render os talentos» que nos foram dados para bem nosso e dos outros (cf. Mt 25, 24-28). Todos recebemos riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal (cf. Lc 12, 21; 1 Tm 6, 18). Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua. Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite, sempre actual, para tendermos à «medida alta da vida cristã» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31). A Igreja, na sua sabedoria, ao reconhecer e proclamar a bem-aventurança e a santidade de alguns cristãos exemplares, tem como finalidade também suscitar o desejo de imitar as suas virtudes. São Paulo exorta: «Adiantai-vos uns aos outros na mútua estima» (Rm 12, 10).
     Que todos, à vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas (cf. Heb 6, 10). Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa. Com votos de uma Quaresma santa e fecunda, confio-vos à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e, de coração, concedo a todos a Bênção Apostólica.
Vaticano, 3 de Novembro de 2011

BENEDICTUS PP. XVI
© Copyright 2011 - Libreria Editrice Vaticana

Fonte: www.vatican.va
Post: Laersio

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

TERÇA-FEIRA DE CARNAVAL NO BOM PASTOR
Só alegria na limpeza externa do seminário


Logo após a Santa Missa o reitor do seminário Bom Pastor, Pe. Ivanildo junto com seus semininarista com muita alegria e disposição limparam a parte externa do Seminário. Veja algumas fotos dessa manhã de terça-feira de carnaval:







segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Campanha da Fraternidade sobre saúde pública será aberta na Quarta-feira de Cinzas

CartazCF2012
O secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner, abre, na Quarta-feira de Cinzas, 22, às 14h, na sede da Conferência, em Brasília (DF), a Campanha da Fraternidade-2012. O tema proposto para a Campanha deste ano é  “Fraternidade e Saúde Pública” e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”, tirado do livro do Eclesiástico.
O ministro da saúde, Alexandre Rocha Santos Padilha, confirmou sua presença. Além dele, participarão do ato de abertura da CF o sanitarista Nelson Rodrigues dos Santos; o Gestor de Relações Institucionais da Pastoral da Criança e membro do Conselho Nacional de Saúde, Clovis Boufleur, e o cirurgião e membro da equipe de assessoria da Pastoral da Saúde do Conselho Episcopal Latino-americano, André Luiz de Oliveira. O ato é aberto à imprensa.

A CF-2012 tem como objetivo geral “refletir sobre a realdiade da saúde no Brasil em vista de uma vida saudável, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção aos enfermos e mobiliza por melhoria no sistema público de saúde”.

Realizada desde 1964, a Campanha da Fraternidade mobiliza todas as comunidades catóilcas do país e procura envolver outros segmentos da sociedade no debate do tema escolhido. São produzidos vários materiais para uso das comunidades com destaque para o texto-base, produzido por uma equipe de especialistas.

A Campanha acontece durante todo o período da Quaresma que, segundo o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, “é o caminho que nos leva ao encontro do Crucificado-ressuscitado”.

Na apresentação do texto-base, dom Leonardo, eplica que, com esta Campanha da Fraternidade, a Igreja quer sensibilizar as pessoas sobre a “dura realidade de irmãos e irmãs que não têm acesso à assistência de saúde pública condizente com suas necessidades e dignidade”.
Fonte: CNBB

Papa prega na solenidade da Cátedra de Pedro e diz que Igreja não existe para si mesma

Papa.missa
Bento XVI voltou a se encontrar, neste domingo, 19 de fevereiro, com os novos Cardeais criados no Consistório de ontem de manhã. Ele presidiu a eucaristia e dirigiu uma palavra aos novatos diante dos quase 100 outros membros do Colégio Cardinalício que vieram a Roma prestigiar o evento e atender o apelo do Santo Padre.

Na Basílica Patriarcal de São Pedro,  o cenário era composto por uma multidão de fiéis que lotou a nave central e, além dos cardeais, estavam também presentes cerca de 150 bispos e por volta de 200 padres. Na duas áreas reservadas para a imprensa, próximas do baldaquino estavam cerca de 80 jornalistas de Rádio e TV.  Forte esquema de segurança impedia o trânsito das pessoas pelas naves laterais e a execução das músicas litúrgicas pelo coro criava uma atmosfera especial.
 Os novos Cardeais foram concelebrantes, portanto, ocuparam os mesmos lugares que estiveram no Consistório, isto é, diante do altar e sentados num semicírculo. Em nome do grupo, antes da liturgia, falou o Cardeal Fernando Filoni. O papa deixou o veículo que o conduzira desde a entrada da Basílica e se sentou diante do altar-mor que se encontro sobre o túmulo do Apóstolo Pedro. Em latim, ele presidiu a Eucaristia na solenidade da Cátedra de São Pedro. A primeira leitura, tirada do livro do profeta Ezequial foi lida em inglês. Retirada da primeira Carta de São Pedro, a segunda leitura foi feita em espanhol. O trecho do Evangelho de São Mateus foi proclamado em latim.
 Na Homilia, o Papa lembrou que a ocasião “se reveste de um caráter especial de universalidade”. Antes de passar à meditação da Palavra proclamada, Bento XVI sublinhou que a mensagem  é dirigida “antes de mais nada” aos novos Cardeais que são reconhecidos no meio do Povo de Deus pelos méritos na “na obra generosa e sábia do ministério pastoral em dioceses relevantes, ou na direção dos dicastérios da Cúria Romana, ou ainda no serviço eclesial do estudo e do ensino”. O Papa reafirmou que a dignidade do cardinalado pretende manifestar o apreço pelo trabalho realizado por cada um de fiel servidor na vinha do Senhor e de “homenagear as comunidades e nações” que os Cardeais são representantes na Igreja. O título vem ainda, segundo o Papa, investir os Cardeais de novas e importantes responsabilidades eclesiais e é um pedido de “suplemento de disponibilidade para Cristo e para a comunidade cristã inteira”.
 Bento XVI, enquanto meditava o trecho do evangelho, ressaltou o significado da festa litúrgica deste domingo, a cátedra de São Pedro, mostrando um elemento artístico muito conhecido e que estava diante dos olhos de todos os presentes na Basílica Vaticana: o altar da cátedra. “Quando depois de percorrer a grandiosa nave central e ultrapassar o transepto, se chega à abside, encontramo-nos perante um trono de bronze enorme, que parece suspenso em voo mas na realidade está sustentado por quatro estátuas de grandes Padres da Igreja do Oriente e do Ocidente. E na janela oval, por cima do trono, resplandece a glória do Espírito Santo, envolvida por um triunfo de anjos suspensos no ar”. Depois dessa descrição, o Papa pergunta: “Que nos diz este conjunto escultórico, nascido do gênio de Bernini?” e responde, com voz firme: “Representa uma visão da essência da Igreja e, no seio dela, do magistério petrino”.
 Prosseguindo a reflexão, o Papa destacou: “a Igreja não existe para si mesma, não é o ponto de chegada, mas deve apontar para além de si, para o alto, acima de nós”. E, destacou: “A Igreja é o lugar onde Deus ‘chega’ a nós e donde nós ‘partimos’ para Ele”. No final da homilia, concluindo a exposição dos símbolos do altar da Cátedra na Basílica de São Pedro, Bento XVI disse: ‘lancemos um ohar ao seu conjunto. Vemos que é atravessado por um duplo movimento: de subida e de descida. A Cátedra aparece em grande destaque neste lugar, não só porque está aqui o túmulo de Pedro, mas também porque ela encaminha para o amor de Deus. Com efeito, a fé orienta-se para o amor. Uma fé egoísta seria uma fé não-verdadeira”. E na conclusão, o Papa disse: “Deus não é solidão, mas amor glorioso e feliz, irradiante e luminoso”
.Fonte: CNBB

CDP - Primeira reunião do ano

Diocese de Imperatriz


Aconteceu desde as 08h30 até as 15h00 deste sábado na Comunidade Sagrada Família - CASF, a primeira reunião do Conselho Diocesano de Pastoral.
75 pessoas estiveram presentes para refletir e debater os assuntos:
1 - Elaboração do Plano de Pastoral
2 - Programação da Cruz da Jornada Mundial da Juventude
3 - Campanha da Fraternidade
4 - Guia Diocesano e outras comunicações.
Na oportunidade, celebramos e agradecemos a Deus o dom da vida do Pe. Agenor que hoje completa seus 55 anos de vida.
Sentimos a ausência dos representantes das Paróquias de Nossa Senhora da Assunção de Senador La Roque e São Francisco do Brejão. 

Fonte: Blog da Diocese de Imperatriz

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Entenda quais símbolos são entregues aos novos cardeias

O Papa Bento XVI criará 22 novos cardeais no 4º Consitório Publico do seu Pontificado, que acontece amanhã, 18, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, no qual o Santo Padre entregará aos novos cardeais, três símbolos importantes que estão diretamente ligados à vida e à missão de um cardeal: o barrete, o anel e o título cardinalício.

Antes de mais nada é importante falar a respeito da cor da veste cardinalícia, que diferente daquela usada pelos bispos, é vermelha. A cor representa o sangue do martírio e indica que cada cardeal de certa forma está pronto a dar a vida por Jesus Cristo e sua igreja em toda e qualquer circunstância.
"Caros Irmãos, também o meu ministério e por conseguinte inclusive o vosso, consiste inteiramente na fé. Jesus pode construir sobre nós a sua Igreja, na medida em que encontrar em nós aquela fé verdadeira, pascal, aquela fé que não quer fazer com que Jesus desça da Cruz, mas que se confia a Ele na Cruz. Neste sentido, o lugar genuíno do Vigário de Cristo é a Cruz, é o persistir na obediência da Cruz" (Bento XVI durante missa do último Consistório, em 21 de novembro de 2010).
Bento XVI simplificou o rito de criação dos novos cardeais, o qual entrará em vigor no Consistório deste fim de semana. A entrega dos simbolos acontecerá em um único momento e a novidade é que não acontecerá durante a missa de ação de graças, como aconteceu no último Consistório realizado em novembro de 2010, mas sim, durante o próprio Consistório que se realizará no dia 18. Primeiro o Pontífice fará a imposição do barrete, que é uma espécie de chapéu considerado um paramento liturgico e é usado geralmente nas solenes celebrações, o qual também pode ser usado pelo bispo (na cor roxa) e pelo padre (na cor preta).

Logo em seguida, o Pontífice concederá o anel cardinalício que representa a jurisdicação e a fidelidade ao Papa. Por fim Bento XVI fará a entrega do chamado título cardinalício, que eleva cada cardeal à qualidade de Principe da Igreja e um direto colaborador do Papa. A partir desse título, o cardeal recém impossado recebe uma igreja da diocese de Roma que simbolicamente estará sob sua custódia, apesar do prelado não exercer diretamente tal função.

Fonte: Canção Nova do Brasil

NOVOS CARDEAIS DA IGREJA

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Teve início na manhã deste sábado, 18, na Basílica Vaticana, o Consistório Ordinário Público realizado pelo Papa Bento XVI para criação de 22 novos cardeais. Depois da oração, saudação e anúncio do Evangelho (Mc 10, 32-45), o Papa fez o seu discurso.
O Santo Padre começou sua mensagem lembrando as palavras com que Cristo constituiu Pedro como alicerce da Igreja: “Tu és Pedro e sobre essa pedra edificarei a minha Igreja”. O fator importante para este alicerce foi a fé de Simão, que se tornou Pedro, a rocha, por ter professado sua fé em Jesus, o Filho de Deus. 
O Papa considerou que estas palavras de Jesus a Pedro colocam em destaque o “caráter eclesial” da celebração em questão.Bento XVI destacou o vínculo que os novos cardeais terão não só com ele, o Pontífice Romano, mas com todos os fiéis do mundo inteiro. Aos cardeais será pedido que sirvam com amor e vigor a Igreja, “com a clareza e a sabedoria dos mestres, com a energia e a fortaleza dos pastores, com a fidelidade e a coragem dos mártires”. 
O Papa também comentou como, na passagem do Evangelho lida momentos antes (Mc 10, 32-45), Jesus Se mostra como um servo, um exemplo a ser seguido. Dessa forma, o Pontífice ressalta a doação de si mesmo no serviço a Deus e aos irmãos, o que, no entanto, está em contradição com os valores do poder e da glória exaltados no mundo. 
Esse exemplo de Jesus, que veio para servir e não para ser servido, é, para o Papa, uma grande luz no Consistório em andamento. O Pontífice acredita que esta mensagem de Cristo é um convite, um legado e um encorajamento, em especial para os novos cardeais. 





Cardeal Dom João Braz de Aviz

Os títulos cardinalícios concedidos aos novos cardeais são igrejas da diocese de Roma cujo nome e propriedade estão ligados a um cardeal no momento da sua criação. Entre os nomeados pelo Papa Bento XVI, está o prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, Dom João Braz de Aviz. A ele foi concedido o título da igreja Santa Helena Prenestina, localizada próxima ao Vaticano.



fonte: Texto e fotos - Canção Nova de Roma

EMPOSSADO PÁROCO DE SANTA TERESA



Pe. Felinto Elisío

Veja o discurso de posse do novo Pároco da Igreja Matriz de Santa Tereza, padroeira da Diocese e da Cidade de Imperatriz

Caríssimo Dom Gilberto!
Meus irmãos presbíteros!
Religiosas! Irmãs Capuchinhas de quem eu recebi minha primeira formação catequética e escolar!
Amigos e amigas de outras comunidades!
Paroquianos e Paroquianas de Santa Teresa!

Parece até que foi ontem, mas 33 anos já se passaram... Foi no dia 01 de janeiro de 1979 que eu recebia das mãos do saudoso bispo Dom Marcelino Bícego, a missão de me tornar o primeiro pároco diocesano de Santa Teresa, substituindo o Frei Defendente. Lembro-me do que Frei Defendente disse no início daquela celebração: “Comunidade de Santa Teresa! Tomem conta do Pe. Felinto, ele ainda é muito jovem.” Em seguida Frei Defendente me deixou sozinho no altar e entrou em seu jeep que já estava com sua bagagem dentro e foi-se embora. Eu fiquei trêmulo e com muita dificuldade continuei sozinho a missa. Tinha apenas 7 dias que eu havia sido ordenado. 
Fui Pároco de Santa Teresa durante dois anos, depois regressei para Alemanha para o meu trabalho de conclusão de curso. No meu lugar ficou o Pe. Antonio de Pádua que, após a minha volta da Alemanha foi nomeado Reitor do Seminário de Carolina. Mais uma vez fiquei em Santa Teresa até ser transferido para a Paróquia de João Lisboa.
Digo tudo isso, Dom Gilberto e paroquianos de Santa Teresa, para expressar os meus primeiros passos como sacerdote. Não foi fácil levar adiante o trabalho missionário dos padres capuchinhos e seus longos anos de vida missionária. Não posso esquecer os primeiros anos de catequese em Santa Teresa, sem espaço físico, contando apenas com a boa vontade de todos vocês que sempre tiveram muito orgulho de ser o berço da fé desta grande cidade de Imperatriz. 
Não posso esquecer Dona Juraci, de saudosa memória. Foi quem me convidou pela primeira vez para tomar o café da manhã em sua residência. No dia seguinte foi na casa de dona Raimunda Torres. Dona Etelvira Marques e o senhor João Jacob que me ajudaram a organizar o festejo de Santa Teresa... naquela época o pátio era um verdadeiro areal e o festejo se resumia a um leilão na porta da Igreja no dia 15 de outubro. O apoio dos amigos que foram se formando: família Moreira, família Cortez, família Bandeira, Martins, família Herênio, família Freitas Matos, família Araújo dos Santos, família Magalhães, família do Sr. Urbano e dona Sidney, família Milhomem, família Tôrres e o Erasmo de Bel ensaiando seu violão à noite no pátio de Santa Teresa. A família Bastos, a família Cunha da Professora Nilza, família Rocha, família Melazzo, Dona Gleuza preparando pais e padrinhos para o sacramento, a Maria Carvalho que assumiu a maternidade de tantos filhos gerados em seu coração, o apoio da família Vieira, da família Ferreira e da família de dona Lys, esposa do Smith, da família Vilela, da Teresinha preenchendo os livros de batizados que eu costumava atrasar, da família Gomes (do Raimundinho e o José), a família Garcia do seu Rubens Ayres, família Lopes, Oliveira, Feitosa, da família Borges, família Amazonas, a família Cardoso, a família da dona Zeca, da família Tocantins do Jofre, família Paixão, a família Galetti, da família Sabbag, dona Domingas Martins e de tantas famílias que, me desculpem, não poder todas aqui enumerar. Como me recordo de dona Maria e seu Horácio, meu amigo Iratan, companheiro de pescarias, família Paixão da saudosa Mundiquinha de quem eu guardo uma recordação: um copo de alumínio onde eu tomo água até hoje, no qual está escrito: Pe. Felinto, sejas feliz! Como posso esquecer a alegria da Mundiquinha quando colocamos cimento no pátio e fizemos uma rampa de acesso para deficientes e ela, como cadeirante, pode ter acesso com mais facilidade à igreja. Citar nomes é sempre difícil; corre-se o grande risco de esquecer alguns; peço desculpas por isso. Jovens que aqui deixei e que hoje são até vovô e vovó.
Digo tudo isso para externar a minha alegria de estar mais uma vez com vocês. Não tenho mais a juventude física devido à idade, infarto, aneurismas que tive. Mas tenho muito amor pela Igreja e pela causa do Reino de Deus, pela Eucaristia. Assim como vocês me ajudaram no início de minha vida sacerdotal, espero contar com todos vocês, seus filhos e netos, para que eu possa cumprir essa missão confiada a mim pela Igreja, na pessoa de nosso bispo Dom Gilberto. 
Estou cada vez mais convencido que ninguém substitui ninguém, somos únicos para Deus, com nossas qualidades e deficiências. Cada um ocupa seu lugar, único e insubstituível na história. Por isso peço a comunidade que evitem comparações entre esse ou aquele sacerdote, esse ou aquele grupo, essa ou aquela pastoral. As comparações acabam sendo sempre injustas e parciais. Lembremo-nos que um ponto de vista é sempre a visão de um determinado ponto. Existem, portanto, outras visões de outros pontos. Se não podemos falar bem por alguma razão, também não falemos mal. A medida que usamos para medir os outros é a mesma medida que Deus também usará para medir a cada um de nós. Sejamos misericordiosos e alcançaremos misericórdia.
Também estou convencido que não fui nomeado para recomeçar, mas para dar continuidade ao trabalho de todos os párocos que já por aqui assumiram a missão que hoje estou recebendo: os missionários capuchinhos que tiveram a Paróquia Santa Teresa como referencia, Pe. Antonio de Pádua, Pe. Tarcísio, Pe. Lourenço, Pe. Raimundo Pinto, Pe. Cícero Alves, Pe. Moisés, Pe. Raimundo Nonato ao qual agradeço por preparar esta transição de cargo. A missão apenas continua.
Agradeço a todos vocês que vieram rezar comigo nesta noite de quinta-feira: da paróquia Cristo Salvador, Fátima, demais comunidades e os paroquianos de Santa Teresa, padroeira de Imperatriz e de toda a Diocese.
Termino com três frases de Santa Teresa: “O Senhor não olha tanto a grandeza das nossas obras. Olha mais o amor com que são feitas”. Outra expressão: “Humildade é a verdade”. Finalmente: “Quem ama, faz sempre comunidade; nunca fica nunca sozinho”.
Conto com todos vocês! Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

SEMINARISTAS DA DIOCESE DE CAXIAS VISITAM NOSSO SEMINÁRIO

Mesmo com a tarde chuvosa na Capital do Estado, os seminaristas da Diocese de Caxias vieram participar do esporte semanal no Seminário Bom Pastor. Queremos agradecer a presença dos nossos irmãos de caminhada e estudo. E fazemos o convite aos demais Seminários ou Casa de Formação para se juntarem a nós no esporte semanal. Será uma grande alegria tê-los em nossa casa.
FOTOS DA FORMAÇÃO DA CF-2012

Veja algumas fotos do repasse da Campanha da Fraternidade que aconteceu agora pouco (noite de quarta-feira dia 15/02), no Seminário Bom Pastor.






Escolhido o novo Núncio Apostólico para o Brasil

novonuncioparaobrasil
A Nunciatura Apostólica acaba de informar que o papa Bento XVI escolheu o novo Núncio Apostólico para o Brasil, sucedendo a dom Lorenzo Baldisseri. Trata-se do atual núncio da Tailândia e Camboja e Delegado Apostólico em Myanmar e Laos, dom Giovanni D’Aniello.
Dom Giovanni tem 57 anos, nasceu em Aversa (Itália), foi ordenado sacerdote em dezembro de 1978. É doutor em Direito Canônico. Ingressou no Serviço Diplomático da Santa Sé em 1983, tendo desempenhado a sua atividade junto às Representações Pontifícias do Burundi, Tailândia, Líbano, Brasil e Seção para as Relações com os Estados da Secretaria de Estado, no Vaticano.
Foi nomeado Núncio Apostólico na República Democrática do Congo, em 2001, e em 2010, foi transferido para a Tailândia e Camboja.
Dom Lorenzo Baldisseri, que foi nomeado secretário para a Congregação para os Bispos, no Vaticano, escreveu uma nota em que agradece ao povo brasileiro, e em especial, aos bispos do Brasil por sua acolhida. “Ao concluir minha missão de Núncio Apostólico no Brasil, confio a estas linhas as expressões dos meus sentimentos de gratidão a todo o episcopado, ao clero e aos fiéis que me acompanharam durante estes nove anos aqui transcorridos, e por me terem facilitado o cumprimento do meu mandato”, disse dom Lorenzo.

Papa nomeia bispo para Pesqueira e arcebispo para Campinas

O papa Bento XVI nomeou na manhã de hoje, 15, para a diocese vacante de Pesqueira (PE), o bispo auxiliar de Fortaleza (CE), dom José Luiz Ferreira Salles. E para a arquidiocese de Campinas (SP), transferiu o bispo de Mogi das Cruzes (SP), dom Airton José dos Santos.
Dom_Jos_Luiz_Ferreira_Salles_3-4Dom José Luiz Ferreira Salles nasceu em janeiro de 1957, em Itirapina (SP). Sua ordenação episcopal foi em sua terra natal, em 1985, e a ordenação episcopal foi em 2006, na capital cearense.
Fez Filosofia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (SP) e Teologia no Instituto Teológico São Paulo (SP).
Dom José Luiz já trabalhou nas Missões Populares, foi coordenador da equipe missionária em Garanhuns (PE), administrador paroquial na par[oquia de São Pedro, em Caraúbas, da diocese de Campina Grande (PB) e foi nomeado reitor da Casa de Teologia Inter-Provincial dos Missionários Redentoristas em Fortaleza (2005-2006).
Seu lema episcopal é “Deus é Amor”.
Dom Airton José
Dom_Airton_e_o_PapaJá o novo arcebispo de Campinas, dom Airton José dos Santos, nasceu em 1956, em Bom Repouso (MG). Sua ordenação episcopal se deu no dia 02/03/2002, em São Bernardo do Campo (SP). Estudou Filosofia na Faculdade Associadas do Ipiranga (SP) e Teologia na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (SP).
Dom Airton foi bispo auxiliar de Santo André (SP), secretário do Regional Sul 1 da CNBB (São Paulo), membro da Comissão Episcopal para os Tribunais Eclesiásticos de Segunda Instância (2007 a 2011).
Seu lema Episcopal é “Para Fazer ó Deus a Tua Vontade”.


HOJE A NOITE REPASSE DA CF-2012


Nesta quarta-feira, dia 15 de fevereiro, Pe. Ivanildo Oliveira conduzirá a formação da CF-2012, para os seminaristas do Bom Pastor. Este ano a campanha chama nossa atenção à saúde publica. O tema desta da campanha é Fraternidade e saúde pública e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (Eclo 38,8). 

Ao mesmo tempo da formação no Seminário da Diocese de Bacabal, com a presidência de seu bispo diocesano e secretário do Regional NE5, Dom Armando, entregará o Ministério de Acólito aos seminaristas Luís Portela, José Francisco e Eronilson e ao seminarista Sidney o rito de Admissão. Como representes do nosso Seminário neste momento festa, serão enviados os seminaristas da teologia da Diocese de Imperatriz, Laersio Machado (4º ano de Teologia e André Farias 2º ano de Teologia).

domingo, 12 de fevereiro de 2012

SEMINARISTAS DE IMPERATRIZ E CAROLINA PARTICIPAM DE ORDENAÇÃO

Ontem, dia 11 de fevereiro na Paróquia da São Pantaleão, Arquidiocese de São Luís, aconteceu à celebração de ordenação diaconal de Luis Macedo e Irailson, ambos da Arquidiocese. Esta celebração foi presidida pelo vice-presidente da CNBB Nacional e Arcebispo Metropolitano de São Luis, Dom José Belisário. Estavam presentes nessa celebração os seminaristas do Seminário Bom Pastor e o diácono João Neto, da Diocese de Carolina que proclamou o Santo Evangelho.  Deus abençoe a vida e a vocação dos ordenados!


Diácono João Neto - Procissão de Entrada

Imposição das mãos do senhor arcebispo Dom José Belisário

Imposição das mãos do senhor arcebispo Dom José Belisário


Imposição das mãos do senhor arcebispo Dom José Belisário


Imposição das mãos do senhor arcebispo Dom José Belisário


Diácono João Neto 

Dom José Belisário - Arcebispo de São Luis e Vice-presidente da CNBB

Seminaristas após a celebração

Seminaristas após a celebração

Seminaristas e amigos após a celebração

Neo-diácono Luis Macêdo - Arquidiocese de São Luis