segunda-feira, 5 de maio de 2014

Dom Itamar Vian fala sobre a Questão Agrária


Tema de discussão dos bispos neste segundo dia da 52ª Assembleia Geral da CNBB, o  texto “A Igreja e a questão agrária no início do século 21” foi apresentado na coletiva de imprensa pelo arcebispo de Feira de Santana (BA) e presidente da Comissão para o texto da Questão Agrária, dom Itamar Vian.
Segundo dom Itamar, o texto, que já está em discussão desde 2010 deve ser aprovado na próxima semana. “ Há 34 anos que a igreja não publica um documento sobre a questão da terra”, informou.
O bispo explicou que a questão agrária é muito mais envolvente que a reforma agrária. “É  um dos aspectos. Ela envolve ainda a questão da água, a questão dos povos ribeirinhos, das florestas, do meio ambiente, dos sem terra, e de todos aqueles que cultivam a terra”, disse.
Para dom Itamar, o que chama mais atenção hoje é a defesa da natureza e do meio ambiente. “Nós estamos destruindo a Mãe Natureza e já sofremos as consequências dessa ação humana. Por isso, um documento envolvendo dezenas de questões centraliza o que é fundamental no ser humano, como responsável por tudo aquilo que acontece no mundo”.
O texto foi dividido em três partes. “Na primeira, a o clamor dos povos; na segunda, a palavra da Igreja sobre essas questões e, no terceiro, o trabalho que nós podemos ”, explicou.

Fonte: Site CNBB

Demarcação de terras indígenas é cumprimento da Constituição, diz dom Erwin Krautler

“A situação indígena é uma questão crucial no Brasil”. Desta forma, o bispo de Xingu (PA) e presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), dom Erwin Krautler, apresentou o assunto aos participantes da 52ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, na tarde desta sexta-feira, 2 de maio, em Aparecida (SP). Antes, na coletiva de imprensa, o bispo conversou com os jornalistas sobre o assunto.
De acordo com dom Erwin, a demora na demarcação de terras indígenas é um desrespeito à Constituição. “A Constituição de 1988 determinou um prazo de quinze anos para esta demarcação em todo o território nacional. Nem a metade destas áreas foram ainda demarcadas. Muitas estão em processo ou engavetadas. Este é o motivo das hostilidades entre os que ocupam ilegalmente estas áreas e os povos indígenas”, disse.
O presidente do Cimi explicou que não se pode acusar os agricultores,  já que a grande maioria deles foi assentada em áreas indígenas pelo Estado. “O governo nada ou pouco faz para dirimir esse conflito. É algo sério e está acontecendo muito derramamento de sangue”, alertou. Por este motivo, ele considera que a demarcação de terras indígenas deve ser feita em caráter de urgência.
 Dom Erwuin explicou também a visão do Cimi a respeito das indenizações. “Os agricultores devem ser indenizados. E que não seja apenas sobre as benfeitorias.”. Ele também destacou que é preciso que as famílias sejam reassentadas em outras terras e que se deve ter uma atenção especial aos idosos. “É preciso ressarcir o suor derramando durante décadas”.
Na fala aos participantes da Assembleia Geral, o bispo também denunciou uma campanha anti-indígena que está deflagrada em todo o território nacional e reafirmou a posição contrária à aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 215, em que a bancada ruralista deseja retirar do Poder Executivo a prerrogativa de demarcar terras indígenas. “Esse trabalho exige estudos etnológicos, antropológicos, cartográficos e outros. Não é questão de votar. Isso é um absurdo. No fim das contas, seria uma afronta, um retrocesso vergonhoso diante da opinião pública mundial, se o Brasil permitir que os povos indígenas sejam, por meio destas manobras, eliminados da face da terra”. 

Fonte: Site CNBB

Bênção da pedra fundamental da Igreja São João Paulo II - Diocese de Imperatriz










Fotos de alguns momentos da 52ª Assembleia da CNBB



Dom Gilberto Pastana e Dom José do Egito na plenária da Assembleia











Papa nomeia bispos auxiliares para arquidiocese de São Paulo


O papa Francisco nomeou dois novos bispos auxiliares para a arquidiocese de São Paulo (SP), sendo eles, padre Carlos Lema Garcia e padre José Roberto Fortes Palau (à direita). Atualmente, padre Carlos exerce a função de diretor espiritual da prelazia do Opus Dei e Santa Cruz. Já padre José Roberto estava como pároco da paróquia Santo Agostinho, em São José dos Campos (SP).




Padre Carlos 
É natural de São Paulo, nasceu em 1956. Ingressou na prelazia do Opus Dei aos 18 anos. Foi ordenado presbítero em 02 de junho de 1985, por São João Paulo II, na Basílica de São Pedro, em Roma, juntamente com um grupo de diáconos. É graduado em Direito Civil pela Universidade de São Paulo e doutor em Teologia Dogmática, pelo Centro Acadêmico Romano da Santa Cruz. Durante sua caminhada presbiteral atuou em atividades pastorais voltadas à juventude e à família. Atualmente exerce a função de capelão do Centro Cultural Aclimação, em São Paulo. De 2004 a 2010 foi secretário da delegação da prelazia do Opus Dei.

Padre José Roberto Fortes Palau
Nascido em Jacareí (SP), em 09 de abril de 1965, padre José Roberto Fortes Palau recebeu a ordenação presbiteral 06 fevereiro de 1993. É mestre em Teologia da Espiritualidade pela Pontifícia Universidade de Teresianum, em Roma e doutorado também em Teologia pela PUC-Rio. Foi reitor do Seminário de Teologia da diocese de São José dos Campos de 2000 a 2009 e professor do Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté. Já exerceu cargos como coordenador da pastoral presbiteral, vigário geral da diocese de São José dos Campos (2005 a 2013) e pároco das paróquias Santo Agostinho e São José. Também foi diretor da Escola Diaconal no período de 2005 a 2011 e diretor e professor da Faculdade Católica de São José dos Campos de 2008 até o momento.

Fonte: Site CNBB

Missa marca abertura da 52ª Assembleia Geral


O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno Assis, presidiu a celebração eucarística de abertura da 52ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil. Em torno do altar central do Santuário Nacional de Aparecida (SP), os bispos e assessores rezaram pelos trabalhos da Assembleia, que começa hoje e se estende até o dia 9 de maio.
 Na homilia, o cardeal lembrou que a Assembleia tem a marca da alegria das recentes canonizações de São João XXIII,  São João Paulo II e, especialmente, do Apóstolo do Brasil, São José de Anchieta. “A santidade é uma vocação universal e as canonizações são um estímulo para nós, pois nos apresentam um modelo de vida cristã”, declarou dom Raymundo.
A partir da liturgia do dia, o cardeal recordou que a razão da alegria cristã foi a plenitude da revelação em Jesus Cristo: “Deus é amor”. “É esta a mensagem que os cristãos devem anunciar hoje no mundo”. Ele também destacou os principais temas que estão na pauta da Assembleia, como a renovação das paróquias e a atuação dos leigos. “A Igreja no Brasil quer, à luz dos 50 anos do Concílio, avaliar e apoiar a atuação e vocação dos leigos e leigas, na Igreja e na sociedade brasileira”.
Dom Raymundo também destacou a reflexão sobre a questão agrária, um tema relevante que está na pauta dos trabalhos. O episcopado deverá ser divulgado um documento específico sobre o tema. “Será uma forma de iluminar essa questão tão atual à luz do Evangelho e do ensinamento social da Igreja”. Por fim, o cardeal pediu a oração de todos os fiéis pelos trabalhos da Assembleia.
Confira, na íntegra, a homilia do cardeal Raymundo Damasceno Assis:

Neste primeiro ato solene de nossa 52a Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), acolho neste Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida a todos: os Srs. Cardeais, Arcebispos, Bispos, administradores diocesanos, presbíteros, consagrados e leigos. Acolho, de modo particular, em nome de todos, o Sr. Núncio Apostólico, Dom Giovanni Aniello, cuja presença é um sinal de nossa comunhão com o Papa Francisco. Acolho os queridos fiéis da Arquidiocese de Aparecida aqui presentes e os caríssimos Romeiros e Romeiras, vindos de diversas partes do Brasil. Saúdo e agradeço os profissionais de Comunicação, aqui presentes, que dão ao povo de Deus, em todo o Brasil, a oportunidade de acompanhar a cada dia o desenvolvimento dessa Assembleia Geral. Um cumprimento também ao Mons. Piergiorgio Bertoldi, Conselheiro da Nunciatura Apostólica no Brasil.
1 – Uma marca especial desta 52ª Assembleia Geral da CNBB é a alegria da santidade, causada pelas Canonizações deste último domingo, de S. João XXIII e S. João Paulo II, e pela Canonização de S. José de Anchieta, Apóstolo do Brasil, dia 03 de abril passado. A santidade é uma vocação universal. As canonizações são um estímulo para nós, porque nos oferecem modelos concretos de santidade e intercessores na comunhão do Corpo Místico de Cristo, que é a Igreja.
2 - Nesta quarta feira da segunda semana do Tempo Pascal, o santo Evangelho faz ressoar em nosso coração estas palavras que podem ser consideradas como que uma síntese de toda a mensagem cristã: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). Ao final de seu evangelho, retomando o significado dessa afirmação, S. João afirma que as coisas que escreveu foram escritas para que creiamos que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhamos a vida em seu nome (cf. Jo 20,31). Crer no amor de Deus, este é o convite. E isto é possível, porque seu Filho nos revelou a plenitude do amor, vindo a este mundo e dando por nós sua vida. Assim Ele nos deu a conhecer que Deus é amor, é dom total, e que nós podemos depositar nEle toda a nossa confiança e entregar-lhe nossa vida, pois Ele nos ama incondicionalmente. Esta é a razão da alegria cristã, e este é também o motivo que nos faz partilhar a fé, por meio da evangelização, certos de que evangelizando, damos a todos a possibilidade de encontrar a plena realização de suas vidas, na comunhão com Jesus Cristo.
Como que comentando este texto, o Papa Francisco interroga, na Exortação apostólica Evangelii Gaudium: “se alguém acolheu o amor que lhe devolve o sentido da vida, como é que pode conter o desejo de o comunicar aos outros?” (EG, 8). E acrescenta: “aqui está a fonte da ação evangelizadora” (Ibid.). Assim ele reconduz a multiplicidade das ações realizadas pela Igreja em sua missão evangelizadora à unidade fundamental, à fonte da qual tudo brota, ao sentido mais originário que é a experiência de ser amado de modo absoluto e de poder amar de modo total. A experiência da fé é uma experiência de amor sem limites. A evangelização é a partilha desse amor.
A primeira leitura nos mostra que os apóstolos após a libertação milagrosa da prisão, nas primeiras horas do dia, já estavam no templo evangelizando, como o anjo do Senhor lhes dissera. Nada consegue impedir que o Evangelho seja anunciado, porque nada consegue calar o verdadeiro amor. Anunciando ao povo “toda a mensagem a respeito desta Vida” (At 5,20), os apóstolos obedecem a um imperativo que lhes vem, ao mesmo tempo, da Palavra de Deus e do mais profundo de sua experiência de pessoas transformadas pelo encontro com o amor de Deus em Jesus Cristo.
3. Entre os vários temas que trataremos nesta Assembleia, o tema central é a renovação paroquial. Discutiremos uma vez mais o projeto de documento “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”, agora enriquecido pelas contribuições que vieram de muitas Paróquias, Dioceses, Regionais e também de pessoas que, individualmente ou pequenos grupos, procuraram refletir sobre o tema. Renovar as paróquias, favorecendo que elas tenham as feições de comunidades, é mantê-las precisamente no centro da experiência cristã. Ser comunidade é viver a fé na forma do amor fraterno. E este é o apoio de que todos necessitamos para viver a missão de anunciar o Evangelho com alegria e entusiasmo. O Papa Francisco nos ofereceu uma orientação ao dizer que a renovação das paróquias tem por objetivo torna-las ainda mais próximas das pessoas, sendo âmbitos de comunhão e participação e orientá-las completamente para a missão (cf. EG, 28).
Entre os temas prioritários estão os fiéis leigos e leigas. Também a respeito dos leigos e leigas, queremos recordar uma afirmação do Papa Francisco: “A imensa maioria do povo de Deus é constituída por leigos. Ao seu serviço, está uma minoria: os ministros ordenados. Cresceu a consciência da identidade e da missão dos leigos na Igreja. [...] A formação dos leigos e a evangelização das categorias profissionais e intelectuais constituem um importante desafio pastoral” (EG, 102). A Igreja no Brasil quer, à luz dos 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II, avaliar o caminho dos leigos e leigas e apoiá-los para avançar no exercício de sua vocação e missão na Igreja e na sociedade Brasileira.

Outro tema que figura entre os prioritários é a discussão de um documento sobre a questão agrária no século XXI. Será a palavra dos Bispos, de pastores, sobre um tema que tem implicações profundas na sociedade brasileiro e na vida dos pobres.
4. Queridos irmãos e irmãs, a todos peço que se unam a nós neste dia de Assembleia pela oração e pelo oferecimento das pequenas ações que semeiem a bondade e paz neste mundo. Assim, nossa Assembleia, com a graça de Deus, poderá mais eficazmente atingir o objetivo proposto nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil: “evangelizar, a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária e profética, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida (cf. Jo 10,10), rumo ao Reino definitivo” (DGAE, objetivo Geral).
Confiamos nossos trabalhos à Virgem Mãe Aparecida, em cujo santuário estaremos reunidos todos os dias desta Assembleia para a Eucaristia e em cujo recinto se desenvolverá nosso encontro de Pastores, tendo os olhos fixos em Jesus o Bom Pastor.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida – SP
Presidente da CNBB

Fonte: Site CNBB

Papa Francisco canoniza João XXIII e João Paulo II


De acordo com informações da agência de notícias do Vaticano, VIS, aproximadamente 500 mil pessoas assistiram hoje, 27, na Praça de São Pedro, à cerimônia de canonização dos papas João XXIII e João Paulo II, e cerca de 300 mil acompanharam o evento pela telas gigantes distribuídas na cidade de Roma.
Estiveram presentes na cerimônia delegações oficiais de mais de cem países, mais de vinte chefes de Estado e personalidades do mundo da política e da cultura.
O papa emérito Bento XVI concelebrou com o papa Francisco, que antes de proceder ao rito da proclamação dos novos santos, dirigiu-se a Bento XVI para abraçá-lo.
Logo após, acompanhado do prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, cardeal Angelo Amato, e dos postuladores das causas, o papa Francisco pronunciou a fórmula de canonização: “Em honra à Santíssima Trindade para exaltação da fé católica e crescimento da vida cristã, com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos  Pedro e Paulo e a nossa, Depois de haver refletido profundamente, invocando muitas vezes a ajuda divina e ouvido o parecer de numerosos irmãos no episcopado, declaramos e definimos santos os beatos João XXIII e João Paulo II e os inscrevemos no Catálogo dos Santos, e estabelecemos que em toda a Igreja sejam devotamente honrados entre os Santos. Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo”.

Após a leitura do Evangelho, Francisco proferiu a homilia, que segue abaixo, na íntegra:

                                       HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
   II Domingo de Páscoa (ou da Divina Misericórdia), 27 de abril de 2014

No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que São João Paulo II quis dedicar à Misericórdia Divina, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado.
Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite – como ouvimos –, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria. Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20, 28).
Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: «pelas suas chagas, fostes curados» (1 Ped 2, 24; cf. Is 53, 5).
São João XXIII e SãoJoão Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado trespassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo.
Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte, neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria.
Nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante» (1 Ped 1, 3.8). A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e de que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão.
Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade dos crentes, em Jerusalém, de que falam os Atos dos Apóstolos (cf. 2, 42-47), que ouvimos na segunda Leitura. É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor, a misericórdia, com simplicidade e fraternidade.
E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhe deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, São João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado, guiado pelo Espírito. Este foi o seu grande serviço à Igreja; por isso gosto de pensar nele como o Papa da docilidade ao Espírito Santo.
Neste serviço ao Povo de Deus, São João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu.
Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama.
 
Fonte: Site CNBB

O Senhor Ressuscitou Aleluia!

Depois de algumas semanas sem postagens em nosso Blog por problemas técnicos de internet (que ainda não foram solucionados em 100%) conseguimos atualizar nossa página! Agradecemos a compreensão de todos os nossos visitantes! Deus abençoe a todos e todas...

terça-feira, 8 de abril de 2014

CNBB abre concurso para hino da Campanha da Fraternidade 2015

Brasília (RV) - Estão abertas as inscrições do concurso para escolha do Hino da Campanha da Fraternidade 2015.

O prazo para envio das composições (áudio e partitura) será até 11 de junho de 2014. Por decisão do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep) da CNBB, o concurso será realizado em um único edital, que irá selecionar letra e música, simultaneamente, podendo haver parceria de letristas e músicos.

A Campanha da Fraternidade de 2015 terá como tema "Fraternidade: Igreja e Sociedade" e lema "Eu vim para servir" (cf. Mc 10,45). O objetivo é inserir a campanha nas comemorações do jubileu do Concílio Vaticano II, com base nas reflexões propostas pela Constituição Dogmática Lumen Gentium e na Constituição Pastoral Gaudium et Spes, que tratam da missão da Igreja no mundo.

O assessor de música litúrgica da CNBB, Pe. José Carlos Sala, destaca a importância do concurso e da colaboração dos profissionais da música.

"A participação de poetas e músicos para a composição de um hino visa traduzir em linguagem poética os conteúdos do tema, lema e objetivos da Campanha da Fraternidade, com uma melodia bela e expressiva que possibilite a participação de todos no canto", explicou. (MJ/CNBB)

D. Erwin Krautler colaborará na redação da próxima encíclica do Papa


Cidade do Vaticano (RV) – O Presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e Bispo do Xingu, Dom Erwin Kräutler, foi recebido sexta-feira, 04, às 12 horas, horário de Roma, pelo Papa Francisco.

A audiência ocorreu no gabinete papal e tratou principalmente das violações aos direitos indígenas no Brasil.

Dom Erwin e o assessor teológico do Cimi, Pe. Paulo Suess, entregaram ao Papa um documento atestando casos de violências a que estão submetidos os povos indígenas e seus aliados. “Grupos políticos e econômicos relacionados com a agroindústria, a mineração e construtoras, com apoio e participação do governo brasileiro, querem revogar os direitos territoriais dos povos indígenas”, diz um trecho do documento, escrito em espaanhol.

Foi destacada ainda a questão Guarani e Kaiowá no Mato Grosso do Sul, onde “o confinamento (45 mil indígenas) em área tão pequena traz consigo mortes, suicídios e sofrimento atroz e permanente”; a situação dos povos indígenas do Vale do Javari, que sofrem sem assistência médica um surto de hepatite, e enfim, a questão do mega-empreendimento da Usina de Belo Monte, no Pará, cuja construção ocorre desrespeitando leis nacionais e convenções internacionais, caso da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Encontrando o Programa Brasileiro logo após a audiência com o Papa, Dom Erwin revelou ter sido envolvido pelo Cardeal Peter Turkson, Presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, na redação da nova encíclica de Francisco, que deve abordar a ‘ecologia humana’.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

São José de Anchieta!

Na manhã desta quinta-feira, 03 de abril, o papa Francisco recebeu em audiência, no Vaticano, o prefeito da Congregação das Causas dos Santos, cardeal Angelo Amato. Depois de ouvir o relatório sobre a vida e a obra do “Apóstolo do Brasil”, o pontífice assinou o decreto de canonização do missionário jesuíta. No dia 24, o papa presidirá uma missa em ação de graças pela canonização, na igreja de Santo Inácio, em Roma.
 São José de Anchieta, como passa a ser chamado, também é declarado, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), como padroeiro dos catequistas.
O arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, destaca a importância da vida e missão de São José de Anchieta que optou por uma catequese acessível e aculturada, utilizando da poesia, do teatro e de recursos próprios da época.
“Ele é um modelo de evangelizador e missionário de todos os tempos e todas as épocas. Nos ensinou que o Evangelho, ao ser anunciado, deve ser inculturado, levando em conta a cultura das pessoas ao qual se destina”, disse dom Damasceno.
O primeiro pedido de canonização do padre Anchieta foi feito há exatos 417 anos.
Em outubro de 2013, a CNBB solicitou ao papa Francisco para que analisasse o processo. O pontífice respondeu positivamente ao pedido. “Nos alegramos em ter mais santo de coração brasileiro, a interceder junto de Deus por nós, pela nossa Igreja e por todo o Brasil”, disse o cardeal.
Hoje, o papa Francisco declarou santos outros dois beatos franceses que promoveram a evangelização no Canadá: François de Montmorency-Laval e Maria da Encarnação Guyart.

História
São José de Anchieta foi responsável pela criação do colégio de Piratininga no dia 25 de janeiro de 1554, que deu origem à cidade de São Paulo. O missionário, que chegou ao Brasil em 1553, era natural de Tenerife, nas Ilhas de Canárias, na Espanha. Nasceu no dia 19 de março de 1534.
No decorrer de sua vida, o padre passou por lugares como São Paulo, Espírito Santo e Bahia propagando os ensinamentos do Evangelho. Faleceu na cidade de Reritiba (atual Anchieta, no Estado do Espírito Santo) em 9 de junho de 1597.

Oração à São José de Anchieta
São José de Anchieta,
Apóstolo do Brasil,
Poeta da Virgem Maria,
Intercede por nós, hoje e sempre.
Dá-nos a disponibilidade de servir a Jesus
Como tu o serviste nos mais pobres e necessitados.
Protege-nos de todos os males
Do corpo e da alma.
E, se for vontade de Deus,
Alcança-nos a graça que agora te pedimos
(pede-se a graça)
São José de Anchieta, Rogai por nós!
Pai Nosso, Ave Maria, Glória.


CNBB/Rádio Vaticano

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Nota sobre a transferência da data da canonização do Beato Anchieta



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) comunica que a assinatura do Decreto de canonização do Beato Anchieta foi transferida para esta quinta-feira, 03 de abril.
A seguir a íntegra da nota. 

Nota sobre a canonização do Beato Anchieta

Informamos que a assinatura do Decreto de canonização do missionário padre José de Anchieta foi transferida para esta quinta-feira, 03 de abril, por volta do meio-dia (horário de Roma).

Comunicamos, ainda, que durante a 52ª Assembleia Geral da CNBB, que acontecerá em Aparecida - SP, será celebrada missa em ação de graças pela canonização do beato, no dia 4 de maio, às 8h, no Santuário Nacional de Aparecida.

Louvamos à Deus pela vida e missão do Beato José de Anchieta.

 
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís
Vice-presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

MUTIRÃO DE CONFISSÕES

PREPARANDO A PÁSCOA DO SENHOR
Diocese de Imperatriz


DIA 02 – QUARTA FEIRA -  SANTA RITA

DIA 03 – QUINTA FEIRA -  SANTA TEREZA

DIA 04 – SEXTA FEIRA  - PERPETUO SOCORRO

DIA 07 – SEGUNDA FEIRA -  SANTO ANTÔNIO

DIA 08 – TERÇA FEIRA - SANTA CRUZ

DIA 09 – QUARTA FEIRA -  CRISTO SALVADOR

DIA 10 – QUINTA FEIRA  - SANTA INÊS E SAGRADA FAMÍLIA

DIA 11 – SEXTA FEIRA - CATEDRAL NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

DIA 14 – SEGUNDA FEIRA - MENINO JESUS

DIA 15 – TERÇA FEIRA - SÃO FRANCISCO DE ASSIS

DIA 17/04 QUINTA FEIRA MISSA DOS SANTOS ÓLEOS ÀS 9:OOH NA CATEDRAL DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA



“Quando vamos confessar-nos, é preciso compreender o que é que vamos fazer; pode-se dizer que vamos despregar Nosso Senhor da cruz. Uma confissão bem feita acorrenta o demônio. Os pecados que nós escondemos reaparecerão todos. Para que sejam definitivamente perdoados é necessário que bem os confessemos. Nossas culpas são grãos de areia ao lado da grande montanha que é a misericórdia de Deus.”

São João Maria Vianney

DECLARAÇÃO POR TEMPOS NOVOS, COM LIBERDADE E DEMOCRACIA

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB faz memória, neste 1º de abril, com todo o Brasil, dos 50 anos do golpe civil-militar de 1964, que levou o país a viver um dos períodos mais sombrios de sua história. Recontar os tempos do regime de exceção faz sentido enquanto nos leva a perceber o erro histórico do golpe, a admitir que nem tudo foi devidamente reparado e a alertar as gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito.

Se é verdade que, no início, setores da Igreja apoiaram as movimentações que resultaram na chamada “revolução” com vistas a combater o comunismo, também é verdade que a Igreja não se omitiu diante da repressão tão logo constatou que os métodos usados pelos novos detentores do poder não respeitavam a dignidade da pessoa humana e seus direitos.

Estabeleceu-se uma espiral da violência com a prática da tortura, o cerceamento da liberdade de expressão, a censura à imprensa, a cassação de políticos; instalaram-se o medo e o terror. Em nome do progresso, que não se realizou, povos foram expulsos de suas terras e outros até dizimados. Ate hoje há mortos que não foram sepultados por seus familiares.

Ainda paira muita sombra a encobrir a verdade sobre os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima. Ajuda-nos a pagar essa dívida histórica com as vítimas do regime a Comissão da Verdade que tem por objetivo trazer à luz, sem revanchismo nem vingança o que insiste em ficar escondido nos porões da ditadura.

Graças a muitos que acreditaram e lutaram pela redemocratização do país, alguns com o sacrifício da própria vida, hoje vivemos tempos novos. Respiramos os ares da liberdade e da democracia. Porém, é necessário superar a injustiça, a desigualdade social, a violência, a corrupção, o descrédito com a política, o desrespeito aos direitos humanos, a tortura... A democracia exige participação constante de todos.

Fiel à sua missão evangelizadora, a CNBB reafirma seu compromisso com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos. Conclama a sociedade brasileira a ser protagonista de uma nova história, livre do medo e forte na esperança.

Nossa Senhora Aparecida, padroeira de nossa Pátria, nos projeta com seu manto, ilumine nossas mentes e corações a fim de que trilhemos somente os caminhos da paz, da justiça e do amor.

 
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva, OFM
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília 
Secretário Geral da CNBB

domingo, 30 de março de 2014

Reunião com todos os seminaristas e reitor encerra visita canônica 2014.1

Nossos agradecimentos ao nosso bispo diocesano que conviveu durante uma semana conosco em nossa Casa de Formação. Fazemos nossa as palavras do reitor Pe. Ivanildo que a presença do bispo alegra, anima e fortalece nossa caminhada vocacional. Na sexta-feira no inicio da noite tivemos uma reunião geral, onde nosso bispo, repassou as pautas da primeira reunião do Conselho Diocesano de Pastoral. Após a reunião tivemos uma pequena confraternização. Obrigado Dom Gilberto!!!




Santa Missa e bênção do Santíssimo presididas por Dom Gilberto

Na ultima quinta-feira aqui no Seminário Bom Pastor a Santa Missa foi presidida pelo nosso bispo Dom Gilberto Pastana que estava em visita canônica em nosso Seminário Bom Pastor e participando de diversas atividades ligadas ao Regional NE5 da CNBB.





Igrejas tocarão os sinos no dia da canonização do beato Anchieta

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convoca todas as Igrejas do país para que toquem os sinos, no dia 2 de abril, às 9 horas da manhã, por ocasião da canonização do beato José de Anchieta.

Em carta, enviada aos bispos, o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, explica que será um "gesto de alegria, gratidão e comunhão por estar inscrito entre os santos, o Apóstolo do Brasil".
Durante a 52ª Assembleia Geral da CNBB, que acontecerá em Aparecida (SP), será celebrada missa em ação de graças pela canonização do beato, no dia 4 de maio, às 8h, no Santuário Nacional de Aparecida.

Celebrações por onde Anchieta passou

O arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer, convidou o clero da arquidiocese para acolher a canonização com manifestações de "júbilo e ação de graças a Deus", pedindo que os sinos toquem, todos juntos, às 14h, por cinco minutos, ao menos. No domingo, dia 6, haverá procissão saindo do Pátio do Colégio, às 10h15, em direção à Catedral da Sé, onde será celebrada missa solene às 11h.
Em Salvador (BA), o arcebispo local e primaz do Brasil, dom Murilo Krieger, celebrará uma missa, às 18h, na Catedral Basílica.
Na arquidiocese de Vitória do Espírito Santo (ES) haverá missa na catedral metropolitana, às 18h do dia 2, presidida pelo arcebispo local, dom Luiz Mancilha Vilela. Às 20h, a comunidade Shalom apresenta o musical “Anchieta para todas as tribos”. No domingo, dia 6, duas missas estão marcadas. Às 9h30, na paróquia Beato José de Anchieta, em Serra (ES), e às 16h, no pátio do Santuário de Anchieta (ES).
O arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ), cardeal Orani João Tempesta, presidirá uma missa em ação de graças na Catedral Metropolitana de São Sebastião, no dia 2 de abril, às 18h.

 História do Apóstolo do Brasil1

O padre José de Anchieta nasceu em 19 de março de 1534, nas ilhas Canárias, Espanha. Seu primeiro contato com os jesuítas foi quando estudava filosofia na universidade de Coimbra, Portugal. Em 1551, Anchieta entrou na Companhia de Jesus.
A missão no Brasil começou em 1553, quando, ainda noviço, aos 19 anos, desembarcou em Salvador (BA) para trabalhar com padre Manuel da Nóbrega e outros missionários.
A fundação da cidade de São Paulo está relacionada à primeira missa celebrada na missão de Piratininga, em 25 de janeiro de 1554, festa litúrgica da Conversão do apóstolo São Paulo. Ali, os jesuítas fundaram um colégio, o primeiro da Companhia de Jesus na América Latina.
Outros elementos são marcantes na história do beato José de Anchieta, no Brasil. Ele ensinou a língua portuguesa aos filhos de índios e de portugueses; aprendeu a língua indígena; escreveu gramática, catecismo, peças de teatro e hinos na língua dos índios, além de outras obras em português, latim, tupi e guarani; participou de negociações de paz em conflitos entre índios e portugueses; fundou outro colégio no Rio de Janeiro, no qual foi reitor; foi responsável por outras missões; provincial dos jesuítas no Brasil; e escreveu muitos relatos sobre a missão e particularidades da terra e do povo brasileiros.
José de Anchieta morreu em 9 de junho de 1597, em Reritiba, cidade fundada por ele no Espírito Santo que futuramente recebeu o nome de Anchieta.
O título de “Apóstolo do Brasil” foi dado pelo prelado do Rio de Janeiro, dom Bartolomeu Simões Pereira, durante a homilia do funeral.

1História baseada no artigo “Quem foi Pe. José de Anchieta?” de autoria do arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer.

Fonte: Site CNBB

Papa Francisco propõe Dia do Perdão

O Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização convida as dioceses de todo o mundo para um gesto de comunhão com o papa Francisco, que propôs “24 horas para o Senhor”, o Dia do Perdão.
 Na oração do Ângelus do domingo, 23, o papa disse que o momento será penitencial, tendo início hoje, 28, com missa na Basílica de São Pedro, às 17h (horário do Vaticano). “Será uma festa do perdão, que terá lugar também em muitas dioceses e paróquias do mundo”, disse Francisco no Ângelus.


Confissões
Durante a noite, algumas igrejas do centro de Roma serão abertas para a oração e a atendimento de confissões. O papa confessará alguns fiéis, após presidir a celebração penitencial.
O dia dedicado ao Sacramento da Reconciliação também terá a presença de confessores em três igrejas do Centro Histórico de Roma, a partir das 20 horas: Sant’Agnese in Agone, Santa Maria in Trastevere e Igreja dos Santos Estigmas, com Adoração Eucarística, durante a noite.
O Dia do Perdão será concluído no sábado, 29, com a celebração das Vésperas do IV Domingo da Quaresma, presidida por dom Rino Fisichella, na igreja do Santo Espírito, em Sassia.

Fonte: News.va/CNBB

Papa nomeia dom Mol membro do Pontifício Conselho para a Cultura

O bispo auxiliar da arquidiocese de Belo Horizonte (MG) e reitor da Pontíficia Universidade Católica de Minas Gerais, dom Joaquim Mol, foi nomeado pelo papa Francisco, neste sábado, dia 29 de março, membro do Pontifício Conselho para a Cultura, que atua no diálogo da Igreja com a cultura em proximidade com os valores do Evangelho.
 Dom Mol preside, na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a  Educação. É também membro do Conselho Episcopal Pastoral e do Conselho Permanente da Conferência. Faz parte da diretoria das Edições da CNBB e preside  a Comissão para a Reforma Política. É membro da Sociedade de Teologia e Ciências da Religião do Brasil. Atualmente,  integra o Conselho Curador da Fundação João Paulo II e a Fundação Mariana Resende Costa, do Conselho Consultivo da Sociedade Mineira de Cultura.

Fonte: Assessoria de Comunicação da arquidiocese de Belo Horizonte (MG).

Papa nomeia dom Jaime como membro da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada


O arcebispo de Porto Alegre (RS), dom Jaime Spengler, foi nomeado no dia 26, pelo papa Francisco, como membro da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica. Francisco confirmou como presidente do dicastério o cardeal brasileiro, dom João Braz de Aviz. Dom Jaime Spengler tem sua origem vocacional na Ordem dos Frades Menores, OFM. É o sétimo arcebispo metropolitano de Porto Alegre. Na CNBB, o arcebispo é membro da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB Nacional.
 
Fonte: com informações da assessoria de imprensa da arquidiocese de Porto Alegre

quinta-feira, 27 de março de 2014

Legião de Maria reconhecida pela Santa Sé como 'associação internacional de fiéis'

Cidade do Vaticano (RV) – O Secretário do Pontifício Conselho para os Leigos, Dom Josef Clemens, entregou na manhã desta quinta-feira, 27 de março, na sede do Dicastério vaticano, o decreto no qual a Legião de Maria é reconhecida como ‘associação internacional de fiéis’ e por meio do qual são aprovados os estatudos desta realidade eclesial.

Nascida em 1921 em Dublin, na Irlanda, por iniciativa de um grupo de poucas pessoas guiadas por Frank Duff, funcionário do Ministério das Finanças e após Secretário particular do Ministério da Defesa irlandês, esta histórica associação viu, nos seus 93 anos de história, uma capilar difusão no mundo.

Através da formação de milhares de grupos em todos os continentes, difundiu-se a identidade própria da Legio Mariae, fortemente radicada na espiritualidade mariana e na entrega ao Espírito Santo. O movimento propõe aos próprios membros como objetivos prioritários, a própria santificação e a participação na missão evangelizadora da Igreja por meio de empenho em tantos apostolados a serviço dos pobres e dos sofredores e daqueles que estão afastados da fé.

Na mensagem, Dom Clemens sublinhou que a Legio Mariae é um sinal tangível de como o espírito missionário dos leigos, “muitas vezes vivido junto aos compromissos cotidianos na família e nos locais de trabalho, pode caminhar junto com uma profunda compreensão do chamado à santidade recebido por meio do Batismo”.

“Toda a história da Legião de Maria – disse Dom Clemens – é um maravilhoso testemunho de fé: fé na onipotência de Deus, fé na força da oração a Maria”. Mostra como “as orações a Maria pronunciadas com fé tem sempre obtido respostas”. “Desde seu humilde início, a Legião de Maria – recordou – foi um vivo testemunho do quanto Deus pode operar através de corações humildes”.

“Em 1921 Frank Duff teve a intuição de formar uma ordem espiritual de servos devotos a Virgem, levando Maria ao mundo e por meio dela o mundo a Jesus. Foi uma verdadeira intuição profética”, conclui o Secretário do Pontifício Conselho para os Leigos. (JE)

quarta-feira, 26 de março de 2014

Parabéns Pe. Ivanildo Oliveira

Ontem, solenidade da Anunciação do Senhor, o nosso reitor Pe. Ivanildo Oliveira celebrou mais um ano de vida. Nossa Casa de Formação louva e bendiz a Deus por sua vida e vocação! Parabéns...

Na noite de ontem, Dom Gilberto Pastana - bispo de Imperatriz - Presidiu a Santa Missa que fora concelebrada pelo aniversariante e pelo Pe. Paulo Roberto. Participou também da celebração a mãe do Pe. Ivan, dona Maria e parentes. Pe. Francisco Lima ficou na parte da filmagem da celebração...