quarta-feira, 11 de setembro de 2013

CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO E A DISCIPLINA DOS SACRAMENTOS

DECRETO
com o qual se acrescenta o nome de São José
nas Orações Eucarísticas II, III e IV do Missal Romano

Pelo seu lugar singular na economia da salvação como pai de Jesus, São José de Nazaré, colocado à frente da Família do Senhor, contribuiu generosamente à missão recebida na graça e, aderindo plenamente ao início dos mistérios da salvação humana, tornou-se modelo exemplar de generosa humildade, que os cristãos têm em grande estima, testemunhando aquela virtude comum, humana e simples, sempre necessária para que os homens sejam bons e fiéis seguidores de Cristo. Deste modo, este Justo, que amorosamente cuidou da Mãe de Deus e se dedicou com alegre empenho na educação de Jesus Cristo, tornou-se guarda dos preciosos tesouros de Deus Pai e foi incansavelmente venerado através dos séculos pelo povo de Deus como protector do corpo místico que é a Igreja.
Na Igreja Católica os fiéis, de modo ininterrupto, manifestarem sempre uma especial devoção a São José honrando solenemente a memória do castíssimo Esposo da Mãe de Deus como Patrono celeste de toda a Igreja; de tal modo que o Beato João XXIII, durante o Concílio Ecuménico Vaticano II, decretou que no antiquíssimo Cânone Romano fosse acrescentado o seu nome. O Sumo Pontífice Bento XVI acolheu e quis aprovar tal iniciativa manifestando-o várias vezes, e que agora o Sumo Pontífice Francisco confirmou, considerando a plena comunhão dos Santos que, tendo sido peregrinos connosco neste mundo, nos conduzem a Cristo e nos unem a Ele.
Considerando o exposto, esta Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, em virtude das faculdades concedidas pelo Sumo Pontífice Francisco, de bom grado decreta que o nome de São José, esposo da Bem-aventurada Virgem Maria, seja, a partir de agora, acrescentado na Oração Eucarística II, III e IV da terceira edição típica do Missal Romano. O mesmo deve ser colocado depois do nome da Bem-aventurada Virgem Maria como se segue: na Oração Eucarística II: "ut cum beata Dei Genetrice Virgine Maria, beato Ioseph, eius Sponso, beatis Apostolis", na Oração Eucarística III: "cum beatissima Virgine, Dei Genetrice, Maria, cum beato Ioseph, eius Sponso, cum beatis Apostolis"; na Oração Eucarística IV: "cum beata Virgine, Dei Genetrice, Maria, cum beato Ioseph, eius Sponso, cum Apostolis".
Para os textos redigidos em língua latina utilizam-se as fórmulas agora apresentadas como típicas. Esta Congregação ocupar-se-á em prover à tradução nas línguas ocidentais mais difundidas; para as outras línguas a tradução deverá ser preparada, segundo as normas do Direito, pelas respectivas Conferências Episcopais e confirmadas pela Sé Apostólica através deste Dicastério.
Nada obste em contrário.

Sede da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, 
1 de Maio de 2013, São José Operário.


Antonio Card. Cañizares Llovera
Prefeito


 + Arthur Roche
Arcebispo Secretário

Nome de São José nas orações eucarísticas II, III e IV

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
Secretariado Geral
Site: www.cnbb.org.br

Brasília, 09 de setembro de 2013 / SG. Nº. 0565/13

Aos Imãos Arce/bispos,
Graça e Paz!

Aos 22 de agosto de 2013, o Conselho Episcopal Pastoral – CONSEP, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, em sua 15ª reunião ordinária, acolheu a tradução apresentada pela Congregação do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, com a inclusão do nome de SÃO JOSÉ nas Eucarísticas II, III e IV e, agora, a remete para o conhecimento dos senhores Arce/bispos, juntamente com o Decreto da referida Congregação.

1. ORAÇÃO EUCARÍSTICA II “... Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nos e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo e os santos Apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos....”

2. ORAÇÃO EUCARÍSTICA III “... Que Ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos Apóstolos e Mártires N (o santo do dia ou o padroeiro) e todos os Santos que não cessam de interceder por nós na vossa presença...”

3. ORAÇÃO EUCARÍSTICA IV “... A todos nós, vossos filhos e filhas, concedei, ó Pai de bondade que, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, e os vossos santos Apóstolos e todos os santos, possamos alcançar a herança eterna no vosso reino, onde, com todas as criaturas, libertas da corrupção do pecado e da morte, vos glorificaremos por Cristo, Senhor nosso...”

Na alegria de poder servir, em Jesus e Maria,
+Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Marcada a Ordenação Diaconal do Seminarista Laersio Machado

Nosso Seminário recebeu hoje com grande alegria a notícia dada pelo nosso reitor que o nosso irmão (mais velho de caminhada vocacional) teve a sua ordenação Diaconal marcada! Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo! 
O seminarista Laersio da Silva Machado, 27 anos, natural de Imperatriz, filho da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, seminarista da Diocese de Imperatriz. Laersio já concluiu os estudos teológicos no Instituto de Estudos Superiores do Maranhão-IESMA (São Luís) e também é formado em História pela Universidade Estadual do Maranhão UEMA. Atualmente está fazendo seu estágio pastoral na Paróquia São Sebastião (Açailândia-MA), sendo também Assessor da Comissão Pastoral para Animação Litúrgica. Queremos nos unir a Diocese de Imperatriz que vive um momento de alegria por mais um passo decido da vocação de seu filho. Nós do Seminário Bom Pastor queremos bendizer a Deus pela vida e vocação do nosso irmão e dizer a ele que conte sempre com as nossas orações. Aproveitamos para agradecer sua visita ao nosso Seminário por ocasião da ordenação presbiteral aqui na Arquidiocese de São Luís. Beato João XXXIII interceda junto a Deus por ele e por todos nós amém! 


Algumas fotos do nosso Seminarista Laersio Machado dos nossos arquivos:

































Padres visitantes presidem missa no Seminário

O Seminário Bom Pastor teve a grata alegria de receber alguns padres da Diocese de Imperatriz que vieram a São Luis por conta de questões acadêmicas. Os padres: Geraldo Braz (Pároco da Paróquia São Francisco do Brejão); Antônio José (Adm. da Área Pastoral de Santa Inês); Samuel Nava (Pároco da Paróquia N. Sra. da Assunção e Reitor do Seminário Propedêutico da Diocese de Imperatriz) e Edmar (Pároco da Paróquia da cidade do Itinga-MA). 
Hoje a Santa Missa foi presidida pelo Pe. Antônio José e concelebrada por Pe. Geraldo e Pe. Ivanildo Oliveira (Reitor do Seminário Maior da Diocese de Imperatriz e Carolina). Nossos agradecimentos aos padres que nos visitaram e que seus estudos teológicos sejam um reavivamento da parte Intelectual e principalmente Espiritual. 






quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Papa pede ao G-20 para que busque uma solução pacífica na Síria


PapaPaz“Sem paz não há nenhum tipo de desenvolvimento econômico”, afirmou o papa Francisco em uma mensagem enviada ao presidente da Federação Russa, Vladmiri Putin, que nestes dias, em São Petersburgo, preside a reunião do G-20, grupo de países das economias mais emergentes do mundo. O papa chamou a atenção para os conflitos armados. “Um quadro dramático de miséria, fome, enfermidade e morte”, explicou.
Disse que, apesar da reunião não ter como principal objetivo a segurança internacional, o G-20 não pode deixar de refletir sobre a situação do Oriente Médio, especialmente da Síria. “Infelizmente, dói constatar que demasiados interesses prevaleceram desde o começo do conflito sírio, impedindo encontrar uma solução que evitasse o inútil massacre do qual somos testemunhas”, lamentou.
O papa pediu aos líderes dos países do G- 20 para que não permaneçam inertes com relação ao drama que vive a Síria. “Lanço um apelo urgente para que ajudem a encontrar formas de superar os diferentes contrastes e abandonem toda vã pretensão de uma solução militar. Isto é, em vez disso, um novo compromisso de buscar, com coragem e determinação, uma solução pacífica por meio do diálogo e da negociação entre as partes interessadas, com o apoio unânime da comunidade internacional”, clamou.
Segundo o papa Francisco, “a economia mundial crescerá à medida em que seja capaz de permitir uma vida digna a todos os seres humanos, desde os anciãos às crianças, ainda que no seio materno; não somente aos cidadãos dos países membros do G20, mas a cada habitante da terra, inclusive os que se encontram em situações sociais mais difíceis ou nos lugares mais remotos”.

Fonte: Site CNBB

Carta compromisso da 5ª Semana Social Brasileira

A assembleia da 5ª Semana Social, promovida pela Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida no Centro Cultural de Brasília-DF, de 2 a 5 de setembro de 2013, analisou a realidade brasileira e global, escutou os clamores populares e celebrou a caminhada dos movimentos sociais e das igrejas, na defesa e na promoção da vida.

Este processo, que acontece há vinte anos, tem contribuído no debate com a sociedade para proposições de iniciativas para a superação das desigualdades sociais e regionais.

É um esforço conjunto das organizações sociais na defesa dos direitos humanos e da natureza como expressão da solidariedade e da profecia cristã.

É exigência da fé, amar a Deus e ir ao encontro do outro, sobretudo, dos pobres e necessitados. Pois “os pobres são os juízes da vida democrática de uma nação” (Exigências Éticas da Ordem Democrática, nº 72, CNBB, Doc nº 42, 1989).

As manifestações de rua que acontecem no país desde junho deixam um alerta para a sociedade. Não é mais possível negar os direitos e a participação dos cidadãos/as invisibilizados/as.

O modelo desenvolvimentista assumido pelo Estado Brasileiro atual, baseado em políticas compensatórias, submete a nação às determinações da mundialização neoliberal em crise, reprimariza a economia, explorando os bens naturais e humanos para a exportação, transformando-os em commodities. Este modelo viola o direito dos povos e ameaça a vida do planeta, impactando as comunidades rurais e urbanas, as classes trabalhadoras e a população em geral.

A 5ª Semana Social Brasileira, ao debater sobre o Estado para que e para quem, procurou dar vez e voz ao conjunto da sociedade, bem como dos povos e comunidades impactadas pelas políticas do Estado, em sintonia com os clamores das ruas e suas reivindicações. Estes são novos sujeitos políticos no processo de construção da sociedade e do Estado do Bem Viver, conviver, pertencer e ser. Seus fundamentos são a solidariedade, a fraternidade e a sustentabilidade para garantir vida plena às gerações presentes e futuras.

Reconhecemos os avanços que a sociedade conquistou nas últimas décadas, conscientes de que essas vitórias estão ameaçadas pelo desmonte constitucional. Por isso, comprometemos-nos na refundação de um Estado de inclusão e de igualdade social. O protagonismo dos movimentos sociais garantirá um Estado que se fundamente na democracia direta, participativa e representativa. Acreditamos nos sinais de esperança presentes na sociedade e nas igrejas que apontam para um novo Estado e uma nova sociedade.

Para construir o Estado que queremos, assumimos os seguintes compromissos:

1) Defender o trabalho para todos/as. Trabalho digno e não precarizado. Nenhum direito a menos. Redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução dos salários como repartição dos abusivos ganhos de produtividade do capital. Reaparelhamento do aparato fiscalizador do Ministério do trabalho. Fortalecer a Economia Popular Solidária como uma política de Estado.

2) Promover a formação para a cidadania, apoiando a proposta da Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas e da convocação de um plebiscito para uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva. Participar da campanha saúde +10; 10% do orçamento da União para a educação e os demais direitos sociais; contra a privatização dos serviços públicos.

3) Retomar e fortalecer a metodologia das Assembleias Populares, com a criação de Tribunais Populares, pela democratização do Judiciário e do acesso à justiça e a reestruturação do Sistema de Segurança pública, visando à construção de um Estado defensor dos direitos humanos e ambientais.

4) Apoiar a Reforma Agrária, a agricultura familiar e agroecológica; o reconhecimento dos territórios dos Povos Originários e Comunidades Tradicionais: camponeses, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, pescadores artesanais, extrativistas, recicladores, e demais grupos sociais fragilizados, cujos direitos são garantidos pela Constituição Federal e que não são cumpridos.

5) Fortalecer a Campanha pela Democratização dos Meios de Comunicação Social e participar de fóruns específicos.

6) Garantir a efetivação dos Conselhos de Juventudes para o controle social das políticas públicas; assumir a campanha contra o extermínio de jovens, principalmente pobres e negros; contra a redução da maioridade penal e a violência às mulheres.

7) Incentivar políticas de defesa civil, com participação da sociedade, para a prevenção dos impactos socioambientais dos projetos desenvolvimentistas e a proteção e garantia de direitos das populações afetadas.

Exigir do Governo Federal a implementação do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil e que haja sua efetiva participação.

9) Incentivar a criação e o fortalecimento dos fóruns populares que monitoram e propõem políticas urbanas nos bairros, nas regiões administrativas e nos municípios.

10) Informar e mobilizar a sociedade sobre a gestão dos recursos públicos, participando de campanhas pela revisão da distribuição orçamentária da União; por uma reforma tributaria progressiva e participativa; contra uma política de endividamento público e de gestão do orçamento social e ambiental irresponsável. Exigir do governo o fim dos leiloes do petróleo, pela plena reestatização da Petrobras, bem como a auditoria da dívida pública, conforme o artigo 26 das Disposições Transitórias da Constituição Federal.

Dentre estes compromissos, destacamos a urgência pela:

1- Reforma política

2- Demarcação das Terras Indígenas, dos Territórios Tradicionais, dos Quilombolas e Pesqueiros

3- Solicitar ao papa Francisco que convoque um evento internacional sobre a Vida no Planeta

Apoiamos a reforma política que garanta a soberania popular; a Campanha da Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas; a convocação do Plebiscito Popular para uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva; a Campanha pela Demarcação dos Territórios Tradicionais e Pesqueiros.

Concluímos afirmando nosso apoio ao papa Francisco na renovação da Igreja.

Brasília – DF, 5 de setembro de 2013

Assembleia da 5ª SSB concluída com apresentação de carta compromisso

AssembleiaSSB2013 Após um processo iniciado em 2011, com a participação das diversas comunidades de norte a sul do país, foi concluída hoje, 5 de setembro, em Brasília (DF) a Assembleia da 5ª Semana Social Brasileira (SSB). O evento, iniciado na última segunda-feira, reuniu cerca de 250 pessoas, delegados dos Regionais da CNBB, das pastorais e movimentos sociais. Após o debate do tema “Estado para quê e para quem?”, os participantes reafirmaram, em carta compromisso, o desejo de refundação de um Estado, com as marcas da inclusão e da igualdade social.
“Este foi um processo que contribui muito com a construção do Estado que a nação brasileira espera. Nós entendemos a necessidade da existência do Estado, mas criticamos o que está aí. E entendemos que a participação popular é fundamental para a construção desse Estado do Bem Viver”, explica dom Guilherme Werlang, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB.
A Reforma Política foi vista pelos participantes da SSB como fundamental para reforçar a democracia direta, participativa e representativa. A carta compromisso, entretanto, não é dirigida aos agentes do Estado, como explica o padre Nelito Dornelas, coordenador da Semana Social. “Nós não estamos nos dirigindo nessa carta ao governo, mas a nós mesmos. São os movimentos sociais, as comunidades de base, tomando consciência de seu papel na construção de um novo Estado”.
Carta compromisso
O texto foi construído com as colaborações das oficinas realizadas durante a Assembleia, que partiu do resultado dos debates realizados nos seminários regionais. O consenso foi que o protagonismo dos movimentos sociais é fundamental no processo de Reforma Política. Os participantes também assumiram o apoio à Campanha de defesa dos Territórios Pesqueiros.

Fonte: Site CNBB

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Papa emérito Bento XVI presidiu Santa Missa no 1º domingo de Setembro no encerramento do encontro com seus ex-alunos




O Papa eternamente professor é saudado por seus ex-alunos, entre eles, cardeais e bispos.





CETEL continua revisão de textos litúrgicos


IMG 8940 640x427A Comissão Episcopal para Tradução dos Textos Litúrgicos (Cetel), da CNBB, está reunida entre os dias 03 e 05 de setembro na sede da CNBB em Brasília (DF) para a segunda das três reuniões anuais em que realiza o trabalho de revisão da tradução portuguesa para o Brasil da 3ª edição típica do Missal Romano. O trabalho é coordenado pelo presidente da Cetel e da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, dom Armando Bucciol.
A equipe conclui nestes dias a revisão dos textos do tempo pascal, e inicia a revisão do santoral, como explica dom Armando. “O trabalho é intenso, demorado e exigente, pois buscamos, a partir da 3ª Edição do Missal Romano, em latim, uma linguagem mais fiel ao texto latino, e ao mesmo tempo compreensivo ao povo”.
O trabalho da Cetel foi iniciado há 6 anos, a pedido da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. Mais da metade dos textos já foi revisada, e após a aprovação da Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, enviada ao Vaticano para avaliação final. “Ainda falta revisar os textos do santoral, das missas votivas, as missas para diversas necessidades e as missas dos fiéis defuntos”, explica dom Armando.
Também integram a Comissão dom Geraldo Lyrio Rocha, dom Manoel Francisco e dom Alberto Taveira Correia, além dos assessores. “A nossa preocupação é manter a fidelidade ao conteúdo, já que a Igreja crê assim como reza”, revela dom Armando. Ainda faltam mais de 500 páginas do Missal, o que significa mais alguns anos de trabalho.

Padre Francildo preside sua primeira Missa no Seminário

 Pe. Francildo Guimarães - vigário paroquial da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus - Amarante/ Ma - Diocese de Imperatriz e Animador Vocacional presidiu sua primeira Missa no Seminário depois de sua ordenação presbiteral. Com grande alegria nós seminaristas participamos deste momento celebrativo. Queremos agradecer a Deus, pela vida e vocação do Pe. Francildo e desejar-lhe um abençoado e frutuoso ministério sacerdotal. 







domingo, 1 de setembro de 2013

"QUE O GRITO DE PAZ SE ELEVE ALTO, PARA QUE CHEGUE A TODOS OS CORAÇÕES", CLAMOU O PAPA FRANCISCO NUM ANGELUS INTEIRAMENTE DEDICADO À PAZ.

O Papa Francisco dedicou o Angelus deste domingo ao tema da paz, recordando os tantos conflitos em diversas partes do mundo, no Oriente Médio e em especial na Síria. O Pontífice disse estar “profundamente ferido” pelo que está acontecendo na Síria, naquele “martirizado país” e em outros locais de conflito e por isto convocou um Dia de Oração e Jejum para 7 de setembro, convidando a todos cristãos, fiéis de outras religiões e não-crentes.

“Nunca mais a guerra! Nunca mais a guerra! A paz é um dom muito precioso, que deve ser promovido e tutelado”.

“Com uma angústia crescente – disse o Papa – o grito da paz eleva-se de todas as partes da Terra, de todos os povos, do coração de cada um, da única grande família que é a humanidade”.

“Vivo com particular sofrimento e preocupação as tantas situações de conflito que existem nesta nossa Terra, mas nestes dias o meu coração está profundamente ferido por aquilo que está acontecendo na Síria, e angustiado pelo dramático desenvolvimento dos acontecimentos”.

“Quanta devastação, quanta dor – sublinhou Francisco – trouxe e traz o uso das armas naquele país martirizado país”.

“Com particular firmeza condeno o uso de armas químicas”.

“Pensemos a quantas crianças – exclamou – não poderão ver a luz de um futuro”.

“Existe um juízo de Deus e também um juízo da história sobre nossas ações ao qual não se pode escapar!”.

“Não é nunca o uso da violência que leva à paz”, advertiu: “guerra chama guerra, violência chama violência! Com todas as minhas forças peço às partes envolvidas no conflito para escutarem a voz de suas conciências, de não fecharem-se nos próprios interesses mas de olhar o outro como a um irmão e de tomarem com coragem e decisão, o caminho do encontro e da negociação, superando a cega contraposição”.

O Papa então apelou à comunidade internacional para que realize todo esforço possível, promova sem demora iniciativas claras pela paz, baseadas no diálogo e na negociação para o bem de toda a população síria”.

“Que não sejam poupados esforços em garantir assistência humanitária a quem é atingido por este terrível conflito, em particular aos deslocados no país e aos numerosos refugiados nos países vizinhos”.

Então o Papa perguntou: “O que podemos nós fazer pela paz no mundo? A paz é um bem – recordou – que supera todas as barreiras porque é um bem de toda a humanidade”.

“Repito em alta voz: Não é a cultura do confronto, a cultura do conflito que constrói a convivência nos povos e entre os povos, mas esta – a cultura do encontro, a cultura do diálogo, este é o único caminho para a paz. Que o grito da paz se eleve alto, para que chegue ao coração de todos e todos deponham as armas e deixem-se guiar por desejo de paz”.

Por fim, o convite a todos os católicos, aos fiéis de outras religiões e aos não-crentes para participar de um Dia de Oração e Jejum pela Paz na Síria, no Oriente Médio e no mundo inteiro:

“O 7 de setembro, na Praça São Pedro, aqui, das 19 até às 24 horas, nos reuniremos em oração e em espírito de penitência, para pedir a Deus este grande dom para a amada Nação síria e para todas as situações de conflito e de violência no mundo. A humanidade tem necessidade de ver gestos de paz e de sentir palavras de esperança e de paz”.